MARATONA SNES – Dia 02 – Brincando com Alienígenas

Mais um dia nessa incrível maratona que está apenas começando.

maratona02

Seguem os jogos de hoje.

[011] Toy Story
Traveller’s Tales/Disney Interactive, 1996
Plataforma/Ação

011-ToyStory
Toy Story, como todo jogo baseado em filme/animação deve ser, segue o que acontece no filme, inclusive com cenas entre as fases mostrando em texto e cenas reais do filme o desenrolar da trama. O jogo tem belos gráficos, muito próximos à animação que a gente vê na tela, salvas as devidas limitações de hardware. Apesar de ser para um público infantil, até que Toy Story tem um desafio interessante, algumas fases dão um certo trabalhinho de passar, além de fases bem diferentes também, incluindo um pseudo-3D Doom style.

Max Carnage: Lembro bem que ganhei esse cartucho no dia das crianças de 96, mas enfim, esse é um exemplo de jogo que parece ter sido feito ás pressas. As fases, se for comparar com o filme, a maioria não tem pé nem cabeça e o Woody usa como arma sua cordinha de fala (o_0). Mas apesar de tudo, é um jogo divertido.

[012] Arkanoid: Doh It Again
Taito, 1997
Breakout

012-Arkanoid

O título já revela que é mais do mesmo; o classíssimo Arkanoid invade o Super NES na época que o console já estava nos últimos minutos do segundo tempo. A diferença é que inventaram uma historinha para a super trama da barra que ajuda a quebrar os blocos envolvendo uma tremenda guerra espacial, além disso as cápsulas que dão poder as barrinhas estão com surpresas que não tinham em versões anteriores. Muitos inimigos invadem a tela e quanto mais longe do início maior vai ficando a loucura, muitos elementos te atrapalham na tela. Para aumentar a diversão, você pode jogar com um colega devido ao modo multiplayer e como o jogo tem 99 fases, são fornecidos passwords para não ter que começar tuuuuudo novamente.

Matt: Quem tem mais de 30 e frequentava casas de arcades deve lembrar dessa máquina com um controle que parecia um gigantesco botão de volume que as crianças adoravam ficar girando loucamente para quebrá-lo. Esse controle deveria vir com o jogo, porque é realmente complicado jogar isso sem o disquinho analógico, mas com a prática tudo pode ser adaptado e Arkanoid no SNES diverte pra caramba.

[013] Bazooka Blitzkrieg
Tose/Bandai, 1992
Rail-shooter

013-Bazooka

Provavelmente você nunca ouviu falar desse jogo. É um dos poucos lançamentos para aquele trambolho chamado Super Scope, lançado para ser a “arminha” do SNES. Bazooka Blitzkrieg é um rail shooter, ou seja, a tela vai lentamente se movendo enquanto inimigos aparecem em algum lugar para testar seu nível de reação. Existe um modo para 4 jogadores alternados, tudo para a família se divertir, ou não.

Max Carnage: Seguindo o mesmo estilo de Lethal Enforcers só que com uma arma mais violenta. Além dos inimigos dá pra destruir muitas coisas do cenário para ir acumulando mais pontos.

[014] Brutal: Paws of Fury
Gametek/Eurocom, 1994
Luta

014-BrutalPOF

Aparenta ser um jogo de luta do mais genérico, mas é aí que você se engana. Brutal tráz muitos modos inovadores. Os lutadores são animais com movimentos de luta baseados em artes marciais diversas e bem representados e o jogo se passa numa espécie de torneio em vários cenários. Quanto aos modos, o principal deles é uma espécie de graduação, que conforme você avança vai aprendendo novos movimentos (com direito a demo e treino) e o grau da faixa vai evoluindo, tendo você um password para poder continuar da graduação onde parou. Após as lutas você pode escolher em rodar um replay da porrada. Muito caprichado!

Matt: Também esperava um jogo de luta simplório e terrível de controlar, mas não. Brutal surpreendeu com as inovações que o Max citou acima e também pela fluidez dos gráficos, só o sistema de detecção de acertos é que achei meio esquisito, para quem está acostumado a Street Fighter e Mortal Kombat.

[015] Desert Strike: Return to the Gulf
Electronic Arts, 1992
Shoot’em Up

015-DesertStrike

Joguinho que muita gente é familiar mas poucos jogaram além da primeira fase. O jogo foi inspirado nos eventos da Guerra do Golfo e trata de acabar com os planos de um ditador megalomaníaco do oriente médio. O seu veículo é um helicóptero Apache armado com metralhadora e diferentes mísseis, seu objetivo é cumprir algumas missões, como destruir estruturas inimigas e resgatar soldados capturados, tudo isso observando combustível e munição, lutando para controlar o heli em um mundo isométrico. Show!

Max Carnage: Esse eu joguei bastante. O que tem de bom tem de difícil, principalmente porque como numa guerra você também tem que sobreviver. No caso desse jogo as limitações são os escassos combustíveis e munições espalhados pelo mapa.

[016] Cacoma Knight in Bizyland
Affect, 1993
Puzzle/Action

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Talvez assim como eu você nunca ouviu falar da produtora mesmo. Normal, o jogo é japonês pra cacete e é até estranho ter vindo parar no ocidente. Para quem jogou o moderno Bully vou resumir; as fases do game são iguais as aulas de artes do jogo da Rockstar. Seu objetivo é ficar andando por cima do cenário enquanto traceja o caminho com uma caneta, revelando o verdadeiro cenário por trás e até descobrindo tesouros. Isso desviando dos inimigos que vão andar pelas linhas e te atrapalhar. Cheio de comédia, é um passatempo bem simples e viciante.

Matt: um jogo que daria muito certo nos tablets e smartphones modernos, se é que jã não existem milhares de jogos assim para esses devices. Você precisa “cortar” o cenário sem ser pego, quanto maior a fatia mais pontos, e você ainda pode matar inimigos cercando eles com sua linha assassina e encontrar itens escondidos pelo cenário.

[017] Incredible Hulk, The
Probe Entertainment/U.S. Gold, 1994
Plataforma/Ação

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Hulk é um jogo extremamente fluido e bom de jogar. São apenas 5 fases para impedir que o Leader domine o mundo, os cenários vão de prédios e cidades a montanhas alienígenas. Algumas passagens que levam a itens e bonus são estreitas e Hulk precisa se acalmar e voltar a ser Banner para passar, voltando a ficar verde com um pouco de tiro no peito. É um plataform que sempre aparece bem colocado nos Tops das revistas e sites especializados.

Max Carnage: Apesar de não parecer, este é um bom jogo que chega a te prender por algumas horas. Na maioria das fases você fica perdido e tem que batalhar pra descobrir seu objetivo, e quando você volta a sua forma normal fudeu, a sobrevivência é dura.

[018] Tetris Attack
Intelligent Systems/Nintendo R&D1, 1996
Puzzle

018-TetrisAttack

Um dos últimos trabalhos envolvendo os personagens camaradas do Mario no Super NES, trouxe um viciante game que, apesar do nome, é bem diferente do Tetris que estamos acostumados. Aqui o lance é virar os quadradinhos até fazerem sequências em linha reta de no mínimo 3 cores iguais. Há vários modos alternados entre jogatina até dá game over, fase-a-fase onde tem que enfrentar os desafios de todos os personagens do game, time attack que como o nome já diz, tem que resolver a zica antes que o tempo acabe, multiplayer, etc.

Matt: Conheci esse jogo já nos emuladores, e ainda mais no multiplayer com o jovem Colimar, que é um expert nisso, fui surrado sem dó nem piedade. Resolvi entender e aprender o jogo, fiquei viciado um tempo e hoje acho que até aceito uma revanche com o velho Colimar.

[019] NBA Live 96
Hitmen Productions/EA Sports, 1995
Esporte (Basquete)

019-NBALive96

O segundo lançamento da franqueia NBA Live e segue a mesma tecnologia e estilo de jogar da série FIFA Soccer. O jogo em si é muito fácil e divertido de jogar, é possível também editar jogadores para montar o time da escola e tudo mais.

Max Carnage: O que eu menos gosto em games de esporte são as malditas milhões de opções que tem que escolher sobre esporte que você pouco entende (geralmente comigo é tudo no “start” até começar o jogo)  até enfim começar o que importa. Jogos de basquete, no estilo esporte, devem ser os que mais joguei no SNES, mas gosto só um pouco hoje.

[020] Ultraman: Towards the Future
Bec, 1991
Luta

020-Ultraman

A essas alturas Ultraman já tinha conquistado não só o Japão como o ocidente com seus incríveis poderes para destruir os monstrengos de seu tamanho. Pena o jogo ser muito ruim. A jogabilidade é lenta e as lutas são demoradas, fora os movimentos que são tão toscos que dão vergonha. No final de cada luta, você precisa selecionar a arma L4 (quando a mesma estiver disponível) para dar o “fatality” no monstro. Haja paciência para a barra das armas carregarem…

Matt: O maior desafio aqui foi descobrir como finalizava o monstrengo nesse jogo de controle sofrível e golpes ridículos.

3 comentários

  1. Desses daí eu só tive o Toy Story na minha infância. Mas Tetris Attack e Arkanoid DiA fizeram parte da minha carreira emulando Snes.

    Os outros eu joguei bem pouco, e pra falar a verdade nem conhecia esse Cacoma Knight. Mas parece um jogo bem divertido.

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