MARATONA SNES – Dia 06 – Entre Chipanzés e Super Heróis

Fala minha gente! Hoje é dia de dar uma adiantada na nossa ultra maratona, completando hoje 60 games jogados e muito está por vir. Segue a lista do dia.

maratona06

[051] Donkey Kong Country 2 – Diddy’s Kong Quest

Rare, 1995
Plataforma

051-DKC2

Max Carnage: Eis um game que beira a perfeição. Depois de mandar bonito revivendo o macacão no SNES, a Rare lança uma continuação ainda melhor, mas com a ausência do velho DK. Motivo: Ele foi sequestrado pelo vilão principal do jogo, o K. Rool. Sobrou para seu parceiro Diddy e sua namoradinha Dixie resolverem esse caso. As fases são as mais variadas, a trilha sonora é do carnage, a ambientação é belíssima, a busca pelas medalhas para comprar as fases bonus é viciante assim como a busca das medalhas DKs escondidas pelas fases, se transformar nos animais para passar dos obstáculos e até enfrentar chefes e… tá, ainda não convenci?

Matt: Caso raro onde o segundo é melhor que o primeiro. Donkey Kong chegou para derrubar o queixo da molecada e fazer-nos questionar “isso é no Super Nintendo?” O segundo veio para mostrar que dá para melhorar um game em todos os aspectos. DKC2 ficou mais bonito, mais variado, mais rápido, mais… melhor!

[052] Gradius III
Konami, 1991
Shoot’em Up

052-GradiusIII

Max Carnage: Se você acha que todo shooter é super difícil e isso lhe bate preguiça de jogar, eis uma exceção. Não que Gradius III seja fácil mas ele possui um interessante mecanismo de você poder fazer o que quiser com seu item de upgrade; conforme você vai juntando você pode apertar o A e escolher entre aumentar a velocidade da nave, dar um upgrade do tiro (que depende do modo da nave que você selecionou no início), variações de direções do tiro, etc. As fases são divididas em partes, onde a primeira é apenas espaço vazio com várias naves te atacando, depois vai para um cenário fechado com chuvas de ataques e por fim o chefe.

Matt: A série Gradius é muito bacana, tudo por causa do sistema de power-ups, onde você pode se organizar para equipar sua nave em tempo real, coletando as cápsulas pelo espaço. Os inimigos gigantes e toda aquela onda de “quanto mais options, mais difícil” deixam o jogo muito desafiador. Ah, “options” são aqueles satélites que ficam acompanhando sua nave e atirando junto.

[053] Marvel Super Heroes: War of the Gems
Capcom, 1996
Ação/Plataforma

053-MSH

Matt: Jogo bacana demais com a galera da Marvel. O lance aqui é que juntaram Wolverine, Homem-Aranha, Hulk, Homem de Ferro e o Capitão América para catar umas gemas preciosas que dão poderes preciosos e nunca poderiam cair em mãos erradas. São 8 fases onde você pode escolher qual dos 5 heróis vai usar para passar delas, cada herói tem sua característica que pode ajudar ou atrapalhar em cada estágio, também colocaram golpes especiais e uma ajudinha das pedras.

Max Carnage: Seguindo a linha do também magnifico X-Men Mutant Apocalypse (que será discutido algum dia), esse é um que fez um trabalho bem melhor que aquele jogo de luta do Arcade.

[054] Beavis and Butt-head
Realtime Associates, 1994
Ação

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Matt: Talvez seja um jogo mais interessante para quem curtia a série da Mtv, ou não. Não tive paciência para ir além da primeira fase, mas adianto qu os controles são péssimos e o humor forçado só piora as coisas. Pelo menos o password é bem original.

Max Carnage: Porra esse jogo é demais. Você faz Beavis e Butt-head se vingar de todos os cuzões que bullynam eles no desenho. TAH-DAH-DAHH! Uma fita interessante é que dá pra escolher a fase sem fazer truque algum, ou seja, o password é inútil apesar de criativo.

[055] Illusion of Gaia
Enix, 1994
Action RPG

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Max Carnage: Esse é um título bastante aclamado entre o público do RPG que eu não havia jogando ainda e confesso que gostei. Nele você vive uma aventura controlando um menino pelo mundo e precisa usar seus poderes para passar de diversas dungeons na companhia de outros amigos dele. Conforme você vai derrotando alguns inimigos você ganha itens de upgrade (seja do life, da defesa ou força) e nos save points você pode aprender novas habilidades ou se transformar na forma adulta do menino para facilitar um pouco as coisas. Muito legal.

Matt: Esse é um daqueles jogos que voce pega para ver como é e termina viciado, jogando por horas. O RPG só melhora com o avanço, você pode se transformar em um outro herói e isso torna o jogo mais estratégico e evita cair no tédio, é um excelente Action RPG.

[056] The Mask
Black Pearl, 1995
Plataforma

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Max Carnage: Mais um game baseado em filme, mas não em qualquer filme. Trata-se de uma das maiores pérolas da comédia estrelado por Jim Carrey. No jogo, controlamos o Máscara fazendo suas milhares de loucuras para afastar seus inimigos do caminho. Os cenários são bastante urbanos e a maioria dos vilões são bandidos bem estereotipados mas no esgotamento de criatividade colocaram de tudo; palhaços, velhinhas e até carros de demolição.

Matt: A onda do jogo são as mil caretas do Máskara, o resto se trata de um plataform bem genérico. Afinal, é um jogo baseado em filme, sabe como é, né.

[057] Ultimate Mortal Kombat 3
Avalanche Software, 1996
Luta

057-UMK3

Está aqui o xodó de muitos gamers de luta no fliperama, UMK3. A conversão para o SNES ficou muito bacana, cheia de carisma e SANGUE, sim, dessa vez tem sangue e não suor ou suco de laranja. A história é aquela de sempre, colocaram também um modo campeonato para 8 jogadores e um 2 vs 2 muito bacana.

Max Carnage: Para quem reclamou da ausência dos ninjas no MK3, pega-te. Nessa conversão pro SNES tem até os ninjas secretos do Arcade (Ermac, Classic Sub-Zero e Mileena) e mais Rain e Noob Saibot que ficaram de fora de, acho que todas as outras versões.

[058] Blackthorne
Blizzard Entertainment, 1994
Plataforma Cinemático

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Kyle Blackthorne é badass. MUITO badass. Badass do nível que mata ogros com uma escopeta atirando com uma mão para trás sem sequer olhar. BAD-ASS! Se você ainda não jogou isso aqui, jogue. O game é da linha cinemática, tipo Prince of Persia clássico, Out of this World ou Flashback, você sabe, a grande diferença é que o cara tem um visual de rocker com calça jeans rasgada, camiseta branca mulambenta, cabelão e óculos escuros, sim, óculos escuros na caverna. E eu já falei que ele anda com uma escopeta que evolui para uma escopeta automática que atira bombas? Jogue, tô falando.

Max Carnage: Ah tomar no cu, não vou nem falar desse jogo. Desafio, ambientação, controle, tudo de melhor que a geração 16-bits mereceu e teve em um único cartucho.

[059] Kendo Rage
Affect, 1993
Ação/Plataforma

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Max Carnage: Game mais japonês impossível. O estilo dele lembra muito os tradicionais animes onde a protagonista faz expressões de personagem de mangá conforme a situação e o game em si é cheio de piadinhas. A história deve ser mil vezes mais interessente do que essa que puseram na versão americana, puseram um roteiro pra lá de óbvio nessa ocidental. O jogo em si é muito bom, a menina sai pelas fases dando espadadas em tudo quanto é tipo de fantasmas e demais seres bizarros e no final de cada fase tem um chefe comédia.

Matt: Como o Max falou, um jogo bem japa que deveria ter ficado no Japão mesmo, faria mais sentido. Na hora de ocidentalizar as coisas ficaram meio sem sentido, mas na real, já viu jogo assim fazer sentido? A mina sai matando fantasmas com espada e enfrentando chefes bizarros tipo esse peixe da foto. Mas no final das contas, um plataforma até divertido.

[060] FIFA 98: Road to World Cup
Electronic Arts, 1997
Futebol

060-FIFA98

Matt: Sempre curti jogos de futebol e era MUITO bom no FIFA do Super Nintendo, a ponto de vencer a copa do mundo com a Arábia Saudita. Mas isso era no FIFA 94, aquele primeiro chamado apenas de FIFA International Soccer, daí veio o 96, 97 e esse 98 que eu nem cheguei a jogar no console, porque já tinha PC e jogava FIFA nele. Fui conhecer agora na maratona e achei realmente horrível, o campo parece uma plantação de quiabo, os jogadores deslizam como se estivessem de patins e tudo é difícil, mas é difícil não por causa da dificuldade, mas porque os controles são horríveis. Pelo menos os times e jogadores eram licenciados.

Max Carnage: Bom, quem me conheceu desde que eu nasci ou quem nunca me viu na vida sabe que futebol e demais games de esporte não são minha praia. A impressão que eu tive é que esse jogo é bom no estilo, os controles são bem simples e tudo mais. Pena que essa copa do mundo não deu pra levar…

4 comentários

  1. Orra bastante jogo bom dessa vez…Donkey Kong Country dispensa comentários é simplesmente fantástico de todas as maneiras possíveis. Sou suspeito a falar de Gradius adoro a série. O III foi o que mais joguei vivia alugando o cartucho na época do meu SNES ( mais por falta de opção também hahaha ). Illusion of Gaia faz parte da trilogia sobre a criação da terra e tal da Enix…Soul Blazer – Illusion of Gaia e o MAGNIFICO Terranigma…esse jogo não deveria estar em um pedacinho tão curto de texto merecia um post inteiro só pra ele caras hahahaha!
    Valeu por terem mostrado esse tal Kendo Rage, não conhecia mas me interessei…tentarei jogá-lo aqui é bem meu estilo de game mesmo japa e avacalhado. Se bobear tem um patch com uma tradução mais próxima da original quem sabe…vou vasculhar a net.

  2. Mais um episódio foda da maratona o único que eu não joguei dai foi o do Beavis and Butt-head, agora Mat futebol é um estilo sempre igual não acho interessante entrar nesta maratona. Só minha opinião.

    1. Valeu Christian! Realmente o SNES tem um montão de futebol e é tudo parecido, mas como a proposta é jogar TUDO que foi lançado na América, vamos ter que nos sacrificar nas dezenas de futibas, vamos tentar espalhar eles pelos dias para não ficar cansativo para quem acompanha. Valeu!

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