MARATONA SNES – Dia 07 – Explorando o Fundo do Baú

Voltamos a maratonar, hoje temos uma diversificada leva de jogos, não deixe de conferir um por um.

maratona07

[061] The Great Circus Mystery Starring Mickey & Minnie
Capcom, 1994
Plataforma

061-GreatCircus

Max Carnage: Eis mais um “editor’s choice”, um jogo bom e que nunca envelhece. Continuação do maravilhoso Magical Quest, agora temos Mickey e Minnie como caça-fantasmas onde tudo começa num circo. O jogo segue o mesmo esquema do Magical Quest; existem 3 roupas alternativas que se conseguem ao longo do game e cada uma concede um poder especial aos ratos. A versão do Super NES possui uma fase exclusiva na mansão mal-assombrada onde Mickey precisa usar a roupa de escavador para se pendurar nos lustres e girar a tela.

Matt: Jogo bacanudíssimo do camundongo de orientação sexual duvidosa, o lance de trocar de roupa é realmente o grande lance dessa série, você acumula 3 fantasias para se travestir pelo mundo e ser feliz.

[062] Wild Guns
Natsume, 1995
Shoot’em Up

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Matt: Esse jogo eu conheci em uma locadora com o nome pirata na caixa de “Sunset Riders 2”, tudo uma jogada safada dos pernas-de-pau vender um game desconhecido puxando pelo sucesso de outro, mas a surpresa foi muito boa, até me saiu um jogo melhor do que se fosse realmente uma sequencia do run ‘n gun da Konami. O jogo segue a linha do clássico Cabal dos arcades, mova a mira pela tela e quando você larga o dedo do gatilho pode movimentar o personagem, para fugir de tiros, explosões e o que aparecer. Gosto tanto desse jogo que termino ele no Hard jogando com os 2 players ao mesmo tempo, eu até gravei isso e coloquei no You Tube.
Max Carnage: Um bizarro porém muito rox jogo de western com… robôs! O mais legal é a originalidade aqui, a visão do game é totalmente diferente do que estamos acostumados.
[063] Parodius: Non-Sense Fantasy
Konami, 1992
Shoot’em Up

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Max Carnage: Jogo mais zé-graça do mundo que satiriza o shooter que joguei na vez passada, a série Gradius, só que invez das naves e monstros espaciais, temos elementos infantilizados e o jogo se torna uma zona sem pé nem cabeça. Coisa de japonês, pra variar, e que deviam ter tomado de exemplo por aqui. Já imaginou controlar um Pinguim que atira e seus power-up serem bom-bons? Pelo menos o jogo não saiu nos Estados Unidos e consequentemente não tivemos uma boxart (capa do jogo) com figuras sérias tentando representar isso.

Matt: Parodius é a Konami parodiando seu próprio shooter, Gradius. Colocaram outras navizinhas para escolher, inclusive a Twin Bee e uma versão guri da própria nave do Gradius. O jogo é a mesma coisa do Gradius, com o esquema de power-ups na roleta e a dificuldade abusiva que cresce de acordo com o seu poder de fogo. Muito bacana esse.

[064] Spider-Man and Venom: Maximum Carnage
Software Creations, 1994
Beat’em Up

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Matt: Um game de pancadaria de rua que mais parece que você está jogando dentro dos quadrinhos, tanto pelo colorido como pela atmosfera do game. Tudo começa com o Aranha espancando trombadinhas e meninas patinadoras na rua até aparecer o Venom e você passa a escolher um ou outro para passar as fases, aposto que o meu brother Max Carnage tem MUITO a dizer sobre esse game, leia abaixo.

Max Carnage: Cara, esse jogo é uma merda! Só que não.

[065] ActRaiser
Enix, 1991
Ação/Construção

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Max Carnage: Act Raiser é um game bem completo; nele você encontra elementos de game de ação, plataforma, RPG e estratégia. Nele você é o salvador da pátria e com a ajuda de um anjo precisa reconstruir as civilizações amaldiçoadas. Para isto, a primeira etapa da quest é sair pelas fases matando os inimigos com sua espada num game de ação/plataforma. Ao derrotar o chefe, vem a parte de estratégia onde você deve ouvir as necessidades da população e utilizar os elementos da natureza para abrir caminhos, selar demônios e construir casas. Quando os demônios estiverem derrotados e a população puder viver naquela região pacificamente, hora de partir para outra área e começar tudo novamente. Uma maravilha de jogo.

Matt: Um game que eu nunca dei muita atenção mas sei que se trata de uma obra prima.

[066] Paperboy 2
Tengen, 1991
Ação

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Max Carnage: Você é um(a) entregador(a) de jornais e tem como missão jogar os jornais na vizinhança que assina usando sua bike. Até aí tudo bem, a gente vê por aí direto. Mas quando a rua onde você trabalha tem de TUDO, digo TUDO mesmo desde o vizinho consertando o carro até castelos mal assombrados,a parada complica. Paperboy 2 é um joguinho bem legal apesar de seu visual pra lá de simplório.

Matt: O negócio aqui é atirar jornais nas casas e desviar do caos na rua, parece simples se não fosse pelo controle terrível, mas é um game divertido que pode te prender por horas.

[067] Ardy Light Foot
Titus Software, 1994
Ação/Plataforma

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Matt: Olha que bizarro, você é uma espécie de raposa/gato bípede que salta com o rabo estilo Tigrão e tem um companheiro que é um pinguim (?) flutuante que engole os inimigos ao ser arremessado como um bumerangue. Pec, seu amigo roliço, também serve para outras coisas como balão ou quebra-rochas, ele também te garante um dano antes de você morrer por topar em uma toupeira peralta pelo caminho. Esse foi mais um game que caiu na censura norte-americana, eles retiraram os animais amarrados na floresta e alguns outros sprites.

Max Carnage: Apesar da Titus ter queimado muito seu filme com aquele jogo do Superman pra Nintendo 64, nos plataformas do 16 bits ela mandava bem. O jogo é praticamente um livro infantil encaixado num divertido plataforma, cheio de aventuras.

[068] SWAT Kats: The Radical Squadron
Hudson Soft, 1995
Ação/Plataforma

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Matt: Game baseado no desenho da TV Globinho (In memmorian) que traz os gatos justiceiros, cheios de truques e tecnologia, cada fase foi retirada de um episódio da animação e algumas tem a participação do avião da turma, bombardeando em uma sequência de escala bem interessante.

Max Carnage: Esse aqui é foda! Você escolhe o gato magro ou o gordo e sai na pancadaria com direito a level up nas fases, e fases de shooting meio estranhas mas viciantes (e que estranhamento não dá pra levar game over nelas).

[069] Populous
Bullfrog Productions, 1991
Estratégia

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Max Carnage: Vindo dos anos 80 para o Super NES, Populous é aquele típico jogo de ajuda a construir a civilização onde você é Deus e pode fazer o que quiser no terreno para favorecer as construções e o avanço populacional, lutando contra as obras do capeta que quer acabar com tudo. O game se passa numa espécie de mesa com livros, como se a história da humanidade tivesse sendo escrita ali. Muito interessante e tudo mais mas esse tipo de game enche muito o saco no Snes ou em qualquer outro console, pela falta de um periférico que revolucionou a porra toda chamado MOUSE.

Matt: Esse fez sucesso e ganhou prêmios no final dos anos 80, mas é um jogo típico de PC. O jogo consiste em 500 níveis, e em cada nível reside os humanos controlados pelo jogador e a tribo inimiga, para seguir no jogo e passar de nível você precisa desenvolver a sua tribo para uma quantidade de humanos que supere a tribo inimiga, tudo usando poderes divinos. Um jogo praticamente infinito.

[070] Bulls vs Blazers and the NBA Playoffs
Electronic Arts, 1992
Esporte070-BullsVSBlazers

Matt: Jogo de basquete muito parecido com o NBA’96 que postamos outro dia, mas esse aqui a visão é lateral e foi lançado antes. Os controles são até decentes, mas o jogo é confuso e lento, é preciso ser muito ninja para roubar uma bola ou fazer um arremesso que não seja bloqueado pelo adversário, talvez com um pouco de treino o game caia na sua graça.

Max Carnage: Joguinho de basquete lá dos primórdios do SNES. Meio devagar, porém com uma mecânica simples.

1 comentário

  1. Meu Deus, a Boxart do Paperboy 2…

    Bom, tenho alguns comentários aqui.

    The Great Circus Mistery (Ou Magical Quest 2) é parte da minha infância! Eu alugava demais esse jogo. A última vez que joguei sem ser por emulador foi quando um colega de escola me emprestou a fita na 7ª série. Fantástico! Uma pena que o Magical Quest 3 não saiu do Japão até o GBA…

    Maximum Carnage é meu Spider-Man favorito do Snes! Eu até gosto do Separation Anxiety pra jogar com 2 players, mas pra jogar sozinho, gosto muito mais desse!

    Ardy Lightfoot, quando eu conheci esse jogo, foi vício a primeira vista. Sem dúvida um excelente game, daqueles que a gente pega pra jogar num fim de tarde e vai longe. Pena que não é muito conhecido (Eu acho).

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