MARATONA SNES – Dia 08 – Muitos Monstros por Aqui

Depois de abrir o baú, uma cagada de monstros saiu de dentro, desde bonecas de plástico aterrorizantes até criaturas dos infernos. Acompanhe os 10 jogos desse oitavo dia de maratona.

maratona08

[071] Knights of the Round
Capcom, 1994
Beat’em Up/Hack ‘n Slash

071-Knights

Matt: Um excelente beat’em up da época áurea da Capcom nos arcades que foi muito bem adaptado ao console, uma história mais ou menos baseada na lenda do Rei Arthur e os Cavaleiros da Távola Redonda. O jogo tem um esquema de Level para os personagens, que vão ganhando um visual diferente e mais poder de ataque a cada nível alcançado, o que deixa o jogo ainda mais interessante.

Max Carnage: Aluguei esse jogo algumas vezes e nos emuladores descobri o nome dele. Hack n’ slash responsa demais. Lembra o King of the Dragons já postado também.

[072] World Soccer ’94 – Road to Glory
Rage Software, 1993
Futebol

072-WorldCupStryker

Max Carnage: PAN-PAN-PARANPAN… Quem nunca ouviu essa musiquinha não sabe o que é um game de futebol de verdade. Esse simplório (muito simplório, por sinal) jogo de futebol ocupava um espaço tão pequeno no cartucho que geralmente vinha em 2 in 1 (o meu veio com Bugs Bunny in Rabbit Rampage). O jogo é tão simples e gostoso de jogar que é só ir correndo com a bola e marcar o gol, isso se o time adversário não for mais rápido que o seu. Um detalhe é que o game inteiro tem somente uma música.

Matt: Conhecia esse jogo pelo nome de STRYKER, um cartucho que eu vivia alugando para fazer campeonatos com a galera, e o mais bacana é que você pode editar tudo aqui, e eu já falei que eu adoro editar coisas nos games? Acho que só umas 30 vezes né… Aqui você edita os nomes dos jogadores, o uniforme e escolhe os times que participam das copas e ligas, e se quiser TODOS podem ser controlados por humanos, uma onda bacana que gerava altos campeonatos com os vizinhos.

[073] Doom
Sculptured Software, 1995
FPS

073-Doom

Matt: Eu não consigo jogar esse tipo de game, me dá uma dor de cabeça logo nos primeiros 30 segundos de tela girando, por isso só tem screenshots dos primeiros instantes do game aqui. Mas analisando Doom, é um estúpido sucesso dos PCs que traz um fuzileiro espacial (o famoso Doomguy) mandando bala em hordas de demônios e monstros com diversas armas, inclusive a disputada Chainsaw. Foi para o SNES para pegar carona no sucesso e vender um pouco mais, usou o chip Super FX para garantir uma performance aceitável e até ficou bacana, apesar da movimentação quadro-a-quadro irritante.

Max Carnage: Eu não consigo jogar esse tipo de game, me dá uma dor de cabeça logo nos primeiros 30 segundos [2]. Sim, jogo simulando 3D no Super NES tem desses problemas. Esse ficou famosão também pela censura no console.

[074] B.O.B.
Gray Matter Inc., 1993
Ação/Plataforma

074-BOB

Max Carnage: B.O.B. é aquele típico jogo ame-o ou odeio-o. No meu caso eu não amei nem odiei esse jogo. Chega a ser legal, plataformas de tiro (Megaman?) são sempre bem-vindos, mas este tem suas deficiências, principalmente no controle. Apesar da grande variedade de movimentos, estes mesmos movimentos não são tão flexíveis. A variedade de armas também é boa, mas é bom controlar os disparos ou vc vai ficar na mão.

Matt: Compartilharei a opinião do Max aqui, é um jogo que tem potencial mas o controle estraga tudo. Fora que o personagem tenta sem sucesso ser engraçado, e eu detesto isso.

[075] Jeopardy!
GameTek, 1992
Quiz

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Matt: Jogo de perguntas e respostas estilo qualquer um desse tipo que o Silvio apresentou, muito popular nos EUA no início da década de 90 que gerou algumas versões caseiras, tipo Show do Milhão, saca? Aqui você precisa ser Mestre Jedi no inglés e ainda conhecer de temas esdrúxulos da gringa, outro problema é digitar com o controle do SNES (apontando letra por letra) nomes como GENGHIS KAHN e ainda torcer para a soletração esteja correta, além da resposta é claro. Recomendado para americanos com mais de 60 anos e muito tempo livre.

Max Carnage: Mah oooeeee!! Vem pra cá você, vem pra cá, olha o aviãozinho Roqueee!! Mah Lombarrrrrdi, qual é o prêmio, Lombarrrrdi? Matt, se prepara que tem mais 2 desse na lista😛

[076] Mighty Morphin Power Rangers – The Movie
Natsume, 1995
Beat’em up

076-PowerRangersMovie

Max Carnage: Power Rangers estava no auge aqui no Brasil e era tão febre quanto Cavaleiros do Zodíaco, tinha bonecos, chaveiros, calcinhas, enfim. Porém, a molecada não teve sorte de ver um jogo de Pegasus e sua turma no Super NES. Pra compensar, esse game do filme dos Rangers foi um prato cheio. Pegou bem o auge da parada e tinha até o Ranger branco. Ah, claro que eu não podia deixar de tirar uma screenshot do Ranger azul, hehe. “Eu preciso de um companheiro”.

Matt: Para quem não entendeu a piada do ranger azul, é que o ator assumiu a homossexualidade outro dia aí… mas enfim, de volta ao jogo, um beat’em up bem legal, coisa rara nesse universo “game baseado em filme”, vale a zerada com o Billy.

[077] Barbie Super Model
Software Creations, 1993
Ação/Educacional (sério?)

077-BarbieSM

Matt: Barbie quer ser modelo, ai você precisa dirigir ela até um local para praticar desfile e decorar a sequencia, dirigir ela de volta para repetir a sequencia na passarela, no modo EASY não precisa fazer a parte de dirigir/patinar/caminhar/pedalar das fases, o resto é só isso, tem uns mini-games de vestir ou pentear a boneca igual a uma capa de revista que você deve memorizar e pronto, tudo cor rosa-vômito. Engraçado que joguei esse game ouvindo Foo Fighters, talvez o audio original deixe o game ainda pior.

Max Carnage: Po eu tinha a Rom desse jogo nas antigas por algum motivo. Enfim, jogo bem infantilzão mesmo pras meninas.

[078] Q*Bert 3
Atari, 1992
Puzzle

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Max Carnage: O joguinho que tem o mérito de ser o único da lista começando com a letra “Q” viajou desde o velho Atari até chegar aqui, mas sem mudar muita coisa. O esquema é o mesmo de sempre, pular de plataforma em plataforma até todas ficarem pintadas. O que dificulta é que o bicho só pula nas diagonais, sendo difícil prever onde ele vai pular quando se aperta uma direção no controle.

Matt: Q*Bert voltou a ficar popular depois da participação dele no Wreck-it Ralph, mas logo voltou ao anonimato. O mais desafiador do jogo é dominar os controles, depois disso é sair pulando loucamente – porém estrategicamente – nas plataformas até mudar a cor de todas e ser feliz… @$%*&!

[079] Casper
Natsume, 1996
Ação/Aventura

079-Casper

Matt: A primeira coisa que me impressionou foi o ano, esse jogo é de 96! Mas enfim, aqui mais um caso fracassado de filme que vira jogo. Em Casper, você controla o fantasminha camarada que deve levar a Vandinha Addams para algum lugar (não lembro direito, mas acho que no filme eles precisam arrumar uma maquina para transformar Casper em um menino de verdade, ou não). Casper pode assumir forma de alguns objetos, o que deixa o jogo bem puzzle, eu passaria longe desse troço.

Max Carnage: Apesar de gostar muito de plataformas, esse não fui lá tão com a cara. É interessante o fato do fantasminha camarada poder se morfar para passar dos obstáculos, mas o jogo podia ser mais divertidinho.

[080] Dragon’s Lair
Advanced Microcomputer Systems, 1990
Plataforma/Puzzle

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Max Carnage: Direto dos PCs, Dragon’s Lair não teve como ser o game-filme que foi no computador, por isso o transformaram num plataforma pra lá de bizarro. Dá pra aceitar que é dos primordios do Super NES, e inclusive seu visual é muito caprichado só que não dá. O game peca pela movimentação e controle. Nessa versão fizaram uma tentativa de Super Mario World quanto as fases; uma fase pode abrir caminho para outra que você já passou antes.

Matt: Conheci no NES e até me empolguei para jogar no SNES por causas das fotinhas no fundo da caixa, mas não… não dá, tem que ter muita força de vontade para dominar os controles e salvar a princesa, melhor deixar ela com o dragão mesmo.

2 comentários

  1. E pensar que eu acho que virei dragons Lair. Era pura falta de opção, e se acabava as vidas começava do inicio. imagine um jogo fdp

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