MARATONA SNES – Dia 09 – Palhaçadas e Acrobacias

Hoje é dia de chutar, socar, atirar, arremessar, tostar, enfim… maltratar. Mas tudo isso com muito bom humor no nono dia da nossa fantástica viagem pela riquíssima biblioteca do Super Nintendo.

maratona09

[081] Super Double Dragon
Technos, 1992
Beat’em Up

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Matt: O game que definiu o gênero beat’em up (ou o famoso briga de rua) ganhou uma versão exclusiva e toda bonitona para o Super, com golpes novos, muito caprichados e gráficos bem bacanas. Dessa vez não tem negócio de raptar namorada, o jogo já começa com vocês soltos na rua e sendo cercados por meliantes, o game inovou colocando um botão para defender e isso gerou um novo modo de contra-atacar, muito, mas muito legal mesmo, só poderia ser um pouquinho mais rápido, os bonecos se mexem como verdadeiras lesmas.

Max Carnage: O que eu mais recordo desse game é que foi o primeiro que joguei 2P via web, e adivinha com quem? O cara que acabou de explicar o jogo acima.

[082] Dragon: The Bruce Lee Story
Virgin Interactive, 1995
Luta

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Max Carnage: Baseado no filme baseado na vida e obra da grande lenda das artes marciais, interpretado por um de seus filhos. O game junta fatos do filme com alguns momentos extras que não aparecem na narrativa, e na minha opinião é um dos jogos de luta mais legais de todos os tempos (apesar de ter “apenas” o Bruce Lee como personagem jogável). No decorrer das lutas você pode aumentar uma barra de progresso e pode mudar o estilo do Bruce, ou até mesmo usar seu invencível Nunchaku. A última batalha é um desafio bastante difícil contra o fantasma de armadura que aparece no começo do filme, no pesadelo do artista marcial.

Matt: Conheci esse jogo no falecido Atari Jaguar, com aquele controle que mais parece um telefone. Tudo era novidade e os gráficos muito bacanas, até que vi a versão do SNES com praticamente a mesma qualidade gráfica e uma jogabilidade melhor, afinal para quê comprar aquele trambolho de 64 bits? Pra mim esse aí é o Fei Long.

[083] Todd McFarlane’s Spawn: The Video Game
Ukiyotei, 1995
Beat’em Up

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Matt: Mais uma grata surpresa que conheci aqui na maratona, Spawn é um jogo bem feito e cheio de truques, o carinha tem altos golpes especiais que só fui descobrir depois de morrer mil vezes para um chefe da segunda fase aí. Recomendo bastante até para aqueles que, como eu, não sabe de nada da vida e história desse herói.

Max Carnage: Direto das HQs, Spawn que fez sucesso na década de 1990 aparece em alguns consoles como o SNES. Eu conhecia mais o jogo do PSX que era metade luta. Apesar da ambientação, é um game bem fácil…

[084] SimCity
Nintendo/Maxis, 1991
Simulador

084-SimCity

Matt: Outro jogo da série “esqueça essa versão e vá jogar no PC”. O “best seller” da Maxis tinha que vir para os consoles e vendeu pra caramba, daí a caixinha dourada comemorativa que a Nintendo gostava de fazer, no mais, aquela mesma história de construir e administrar cidades, tem também os modos “scenarios”, onde você pega uma cidade pronta que vai sofrer algum dano e dee restaurá-la à normalidade em alguns anos. Para os fãs.

Max Carnage: Porra, além de ter loadings nesse jogo eles são DEMORADOS demais. E jogando esse tipo de jogo eu vejo o prefeito de bosta que eu seria😐

[085] Cybernator
NCS, 1993
Shooter/Plataforma

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Max Carnage: Rááá, minha moedinha nº1 (meu primeiro cartucho). No caso foi o original japonês, Assault Suits Valken. Trate-se de um game onde você é um robô gigante e sai destruindo seus inimigos. Como joguei mais a versão japonesa, posso dizer que Cybernator teve muitas mudanças relevantes no jogo, assim como outros games do SNES. Pra começar, a versão ocidental sumiu com os avatares dos personagens, aparecem apenas diálogos jogados. A história obviamente teve suas adaptações pra cá também. O fator censura pegou mais esse jogo, por exemplo, o suicídio de um dos personagens foi vetado. Outra mudança chata foi a interrupção do jogo a cada vez que alguém dialoga, na versão japonesa só os diálogos mais importantes “congelam” o jogo. Enfim, seja versão japonesa, européia ou americana, JOGUE!

Matt: Um excelente jogo e um desafio e tanto, também tive o cartucho mas sempre enganchava na fase da queda livre. Muito recomendado.

[086] Aero the Acro-Bat
Iguana Entertainment, 1993
Ação/Plataforma

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Matt: Vou começar logo falando da trilha sonora desse jogo, muito bacana! Alguns trechos de músicas clássicas com um toque circense, e o som desse jogo é muito intenso, não dá para explicar, só jogando mesmo. Sobre o jogo, é um plataform muito legal e também desafiador, não é porque você está controlando um mascote que o game tem que ser fácil, esse aqui além de moderadamente difícil é bem diversificado.

Max Carnage: Jogo quase tão odiado quanto o Bubsy pela galera que dispensa mascotes, esse é um dos que eu mais me divirto jogando. Os caras só exageraram na intensidade do som; é mais alta do que o normal.

[087] Kid Klown in Crazy Chase
Kemko, 1994
Ação

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Max Carnage: Nascido no NES em um game de plataforma, o palhaço volta no SNES com um game pra lá de divertido, onde você precisa passar por fases escapando de armadilhas antes do pavio da bomba que está no final. Porém, não basta chegar rápido a bomba; é preciso ainda achar 4 naipes de baralho escondido nas fases. Caso chegue no fim da fase sem algum naipe, é preciso fazer o trajeto todo novamente. As fases bonus são diversões a parte com os mais variados mini-games semelhantes a esses que se encontra em casas de Arcade.

Matt: Outro jogo muito legal, que apesar do estilão infantil, é um desafio e tanto. É uma corrida contra um pavio aceso que leva até uma bomba que por algum motivo foi plantada a 3 quilômetros de distância, e o palhaço ao invés de cortar o pavio no caminho resolve correr até a bomba para mandar uma bicuda nela, coisas desse universo videogamístico que nós adoramos.

[088] Hyper V-Ball
Video System, 1994
Esporte

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Max Carnage: Continuação de um game japa (esse jogo se chama Super Volleyball 2 por lá), no Hyper V-Ball você pode escolher entre a liga masculina e a feminina, seu país e relembrar seus tempos de educação física chata (quem gostava de volley?). O game em si não é chato, ele simula bem o esporte utilizando controles bastante simples e uma mecânica bem interativa.

Matt: Jogo simplório e BEEEEEEM LEEEEENTO de vôlei, com um twist interessante, tem uma LIGA DE ROBÔS. Isso aê, o mais legal do jogo é jogar com os robóticos, carregar o SP e mandar ataques especiais. Outra coisa legal é poder editar os times, e eu adoro isso nos games (já falei umas 37 vezes?). Escolha o nome dos caras, as cores e os ataques especiais de cada um, vale a pena só por isso.

[089] Wario’s Woods
Nintendo, 1994
Puzzle/Ação

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Matt: A floresta maluca do Wario, um puzzle meio confuso no começo e viciante na sequência. Simples assim.

Max Carnage: Aluguei esse jogo uma vez e por um bom tempo foi o jogo mais chato que eu havia jogado. Hoje mudei de ideia, é legalzinho até e tem cada pé-no-saco, que já mostrei aqui inclusive…

[090] The Itchy & Scratchy Game
Bits Studios, 1995
Ação

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Max Carnage: A famosa série de desenhos favorita de Bart Simpson teve seu próprio game, e adivinha como funciona? Você é o ratinho (comichão?) e seu objetivo é o mais óbvio, acabar com a raça do gato (coçadinha?). Os duelos ocorrem em mais variados cenários com armamentos diversos a disposição, tanto para o rato quanto para o gato. Ao final de cada fase você enfrenta Coçadinha como boss, geralmente pilotando alguma máquina mortífera. 

Matt: Um cartucho da série “aluguei e me arrependi”, O jogo da dupla Comichão e Coçadinha falha miseravelmente tentando ser engraçado o tempo todo, talvez seja interessante para os fãs hardcore.

4 comentários

  1. o Super Double Dragon zerei com o meu irmão e era um dos mais jogados aqui do bairro nos tempos da locadora, até mais do que Final Fight 3. que esse já não era mais novidade. o game do filme do Bruce Lee é incrível, e dificil também. nem chegava muito longe nesse jogo. e Terminei Spawn ano passado, até que ele é bem feito com os personagens dos quadrinhos e a ultima batalha contra o Violador é tensa.

    e nunca soube usar nenhum poder, mesmo baixando a lista de golpes desse jogo.

    e Sim City, eu e meu irmão adoramos construir cidades, até hoje jogamos Simcity 2000 e disputamos quem faz a cidade mais bonita, a mais eficiente, a quem tem menos taxas e ect.

    Wario Woods ninguém jogava, pois o pessoal queria um game de aventura do Wario, não um tetris dele.

  2. gente ja fechei earthbound , legend of zelda , Chrono trigger ,vi as escolinhas e sempre olho as postaggens sempre mais quando vai ter um detonado novo
    eu queria um detonado do ff mistic quest do secret of mana 1 ou 2 ilusion of gaia ou do secret of evermore pf faiz secret of mana

  3. Ah, uma coisa que esqueci de comentar a respeito do game do Wario é que acho que a Nintendo nunca juntou tantos personagens aleatórios da série Mario em um único game. Wario, Toad, Birdo… só faltou, sei lá, o Bullet Bill

  4. Encontrei esse Blog hoje por acaso. Já está nos meus favoritos só por essa maratona snes😀. Continuarei acompanhando, boa sorte aê nessa empreitada.

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