MARATONA SNES – Dia 10 – Brincando com Fogo

Depois de breves e merecidas férias, retomamos o blog e a nossa empolgante Maratona SNES, fechando 100 jogos hoje!

maratona10

 

 

[091] NBA JAM
Iguana Entertainment, 1994
Esporte

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Matt: BOOM shakalaka! It’s on FIRE! Eis um game bacana até para quem não curte basquete, ou acho que só para quem não curte basquete, porque possivelmente os fãs mais hardcore do esporte devem achar esse game um insulto. Mas enfim, aqui não tem regras ou quase não – a única regra é o goal tending, ou seja, se você interceptar a bola que está na trajetória descendente para a cesta, é ponto do adversário, o resto vale tudo e é tudo super exagerado, surgiu nos arcades e foi muito bem portado para os consoles.

Max Carnage: Poota esse joguei muito! E olha que esporte nem é lá minha praia, mas NBA JAM trocava direto com um vizinho aqui do prédio. Fazia altas cestas de quebrar a porra toda.

[092] Disney’s Aladdin
Capcom, 1994
Plataforma

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Max Carnage: Capcom, você foi foda. Assim introduzo esse texto, em homanagem a quem colocou no SNES tantos jogos legais além da conta baseado nos personagens da Disney. Aladdin tenta seguir a sequência de fatos do filme e faz isso muito bem. Nosso herói aqui tem apenas seus pulos para acabar com os inimigos, com a ajuda ainda de maçãs para tenteá-los. Espada é para os fracos. Além disso, coletando todos ou quase todos os diamantes vermelhos você tem acesso a um final secreto. Diversão até depois de dizer chega.

Matt: Esse game sempre é citado nas discussões Mega X SNES, e para mim esse aqui ganha disparado do Mega, não são só os belos gráficos, o som, a jogabilidade, a fidelidade com o filme e tudo mais que faz desse plataforma um daqueles games estilo zera-e-joga-de-novo.

[093] EarthBound
HAL Laboratory/Nintendo, 1995
RPG

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Matt: EarthBound é um excelente jogo, um grande RPG mas extremamente bizarro, um jogo muito aloprado que deve ser jogado por todo retrogamer, eu tive o deleite de fazer um detonado desse game aqui no blog e garanto que o troço é sensacional, realmente não é exagero dos fanboys.

Max Carnage: Tinha maior preconceito contra Earthbound. Achava muito infantilzão e sem graça, até o Matt detonar ele aqui no blog e acabei acompanhando, jogando junto e me divertindo muito.

[094] Addams Family Values
Ocean Software, 1994
Aventura

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Max Carnage: Game protagonizado pelo carismático Tio Chico e com toda a família mais bizarra da cultura pop presente. Esse jogo é uma espécie de RPG no nível de Zelda (ok, me desculpem a analogia) onde você precisa entrar nas quests, pegar chaves, avançar… enfim, algo que não ficou tão bom nesse caso.

Matt: Esse jogo me trás boas e péssimas recordações, as boas de quando fazíamos uma seção aqui no blog chamada FTW Challenge, onde cada um dos editores escolhia um jogo bizarro/obscuro e fazíamos um sorteio para ver quem iria jogar cada game, com um prazo para postar suas impressões e progressos, curtia muito aquilo, as más recordações vem ao olhar essas imagens, porque peguei esse jogo em um challenge e ENCHI O BOGAS dele, que game mais que péssimo, sai pra lá com esse velho careca. Quem quiser dar um saque nesse post, segue o link. https://oldgamesftw.wordpress.com/2010/10/28/ftw-challenge-addams-family-values-snes/

[095] Mortal Kombat
Sculptured Software, 1994
Luta

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Matt: Jogo que realmente dispensa comentários ou descrições de fundo de caixa aqui, a conversão é linda, pena que a censura tola retirou o sangue e  modificou os fatalities carniceiros.

Max Carnage: Tirando a troca de sangue por suor, Fatalities toscamente censurados, MK é um jogo de luta muito bom pra passar o tempo, e é o mais jogável em termos de dificuldade no SNES.

[096] Nosferatu
SETA, 1995
Ação

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Max Carnage: Esse jogo parece ser legal. Mistura o clima sombrio de Castlevania (afinal, ambos tem um inimigo bem em comum) com a astúcia de Out of This World ou Flashback. Mas comigo não funcionou. Talvez os controles sejam bastante completos, mas não consegui avançar por não saber fazer o boneco se rastejar. Foda-se.

Matt: Jogo legal até, gráficos bonitinhos estilo filminho e tudo mais, mas a brica para controlar esse meliante é realmente exaustiva, até o Select é botão de ação nesse game. Mas se você é um cara paciente e realmente curte o tema, vale o gameplay.

[097] Bust-a-Move (Puzzle Bobble)
Taito, 1995
Puzzle

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Matt: Nunca julgue um game pela capa ou você vai acabar sendo enganado, como está explícito nesse caso aqui… Puzzle Bobble é conhecido e popularizou esse estilo de puzzle de atirar bolhinhas que todo mundo tem no celular, mas olhando essa capa dá para imaginar que se trata de um shooter no espaço atacando uma horda de bexigas ou algo parecido.

Max Carnage: Jogo que aparecia nas revistas de games o tempo todo mas não se via nas locadoras e é aquilo; jogue com cuidado pra não se viciar.

[098] Ogre Battle – The March of the Black Queen
Quest, 1995
Tactics

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Max Carnage: Jogo aclamado por muita gente que tem saco pra esse estilo, o que não é o meu caso. Mas devo admitir que é uma franquia daquelas que não permitem que saia qualquer merda não, bota capricho nessa série. A maior parte do jogo foca na estratégia, andando pelo mapa, alocando unidades, indo de cidade em cidade catando cartas pra batalhas… e pelo caminho podem ter os famosos encontros que resultam na porrada, estilo Tactics. Bem japonês mesmo, tanto é que levou 2 anos pra cruzar o oceano.

Matt: Fanboys, exultai! Aqui está o jogo de vocês!

[099] Jelly Boy
Probe Entertainment, 1995
Ação/Plataforma

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Matt: Jogo mais WTF até agora. Você controla uma criatura gelatinosa (Jelly Boy, sim) que usa o seu MEMBRO para socar os inimigos, também se transforma em outras coisas pelo game, é como se o garoto de “A Boy and His Blob” engolisse o blog e sofresse uma mutação horrível. Fique longe dessa coisa, ela vai assombrar os seus sonhos.

Max Carnage: Mais um plataforma pra biblioteca do SNES. Sem grandes destaques, mas vale a pena dar uma jogada.

[100] Rocky Rodent
Irem, 1993
Plataforma

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Max Carnage: Rocky é mais um mascote na área, doidão dos cabelos estranhos. A história faz uma paródia com os filmes de ação envolvendo máfias e aquele cara fodão que vai lá e mostra quem é que manda. Rocky tem alguns penteados que lhe garantem poder ao longo do jogo e também outras habilidades como escalagem.

Matt: A capa desse jogo é perturbadora. Mas enfim, Rocky é um cara radical, ou melhor, um roedor radical, que usa spray para mudar o cabelo, um spray bacana que eu queria ter na gaveta do banheiro, para sair de casa de vez em quando com uma lâmina na cabeça.

4 comentários

  1. Só jogaço neste post (tirando o do Rocky que é ruinzinho). Relembrei do Earthbound… que RPG doidão, muito bom. Pela primeira vez nesta maratona do SNES eu já joguei todos os jogos apresentados.

  2. Nossa, Ogre Battle: The March of the Black Queen… Esse jogo é LENTO demais!

    Só que depois que eu o joguei via emulador (Com a possibilidade de acelerar os movimentos) descobri um jogo muito viciante! Lembro que era possível recrutar soldados lobisomens na equipe, que eram afetados pelo fator dia/noite…

    E o líder da minha equipe tinha um ataque devastador, mas que tirava seu próprio HP… Foi a única vez que zerei o jogo… E ainda ganhei o “Bad Ending”…

    E eu vou querer dar uma conferida nesse Jelly Boy…

    PS: Quando li o título da postagem, achei que iam falar do “The Firemen”, mas acho que esse jogo nem saiu na América…

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