MARATONA SNES – Dia 11 – Treta de Todo Tamanho

A vida está corrida mas estamos em uma maratona de games! O desafio não pode parar! Décimo primeiro dia de clássicos e muita treta.

maratona11

[101] Final Fight
Capcom, 1991
Beat’em Up

101-FinalFight

Matt: O jogo de pancadaria dos fliperamas que por pouco não era lançado como um jogo de luta chamado “Street Fighter ’89”, sequência para o Street Fighter original, de 1987, mas devido ao sucesso recente de um tal Double Dragon, a Capcom quis pegar carona no gênero e surgiu Final Fight como nós conhecemos. Hoje pode ser considerado um clássico do gênero, muito bem equilibrado e uma jogabilidade impecável, mais tarde alguns personagens daqui voltariam a aparecer em jogos da franquia Street Fighter Alpha.

Max Carnage: Clássico. Quando fala em Beat ‘em Up é o primeiro game que me vem a cabeça.

[102] Bubsy in Claws Encounters of the Furred Kind
Accolade, 1993
Plataforma

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Max Carnage: Ahh como eu amo esse jogo!! Ele veio pra suprir a falta de Sonic no console de 16-bits da Nintendo (mas também teve sua conversão do Mega). Bubsy é um mascote pra lá de engraçado e quase tão rápido quanto o ouriço azulão que todos conhecem lá da Sega. As fases são bem variadas e seu desafio é dos bons. Só não gosta quem é um puto mesmo, cacete.

Matt: Um daqueles que a gente alugava e ficava na obrigação de zerar, por parecer um jogo bestinha coloridinho com um gato idiota e dava de cara com um belo desafio. BOBSY é bem bacana se a gente descontar alguns problemas do controle e ignorar as babaquices do felino.

[103] Killer Instinct
Rare, 1995
Luta

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Matt: Lembro bem desse cartucho porque vinha com um CD com as músicas do game e quem alugava a fita podia levar o CD também para jogar ouvindo copiar. Para quem não conhece, é um jogo de luta muito caprichado da RARE (a mesma do jogo do macaquin) com combos gigantescos e golpes finalizadores.

Max Carnage: Aparentemente esse jogo quis pegar carona no estrondoso sucesso de Mortal Kombat, até pelo sistema de finalizações que é semelhante. Não sou muito simpatizante desse, sou muito mais o bom e velho MK.

[104] The Alcahest
Square Soft, 1993
RPG/Aventura

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Max Carnage: Square se aventurando no mundo dos RPGs de adventure, like Zelda. Alcahest é um game que te prende por ter uma jogabilidade bastante simples, atraindo aqueles que não gostam tanto de RPGs japoneses.

Matt: Conheci esse game na maratona e achei bacaníssimo, certamente não foi feito para vir para as Américas mas terminou chegando por cá. Alcahest vale a ficha, um RPG muito bem feito e te envolve na história como um livro.

[105] Out of this World
Delphine Software International, 1992
Aventura/Plataforma Cinemático

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Matt: Em meu tempo de 486 XT eu debulhei esse jogo do começo ao fim, ele rodava direto de um disquete e foi um belo desafio. A conversão para SNES ficou boníssima, talvez um pouco travada nos movimentos, o que é triste pois movimentar esse boneco com precisão é algo essencial.

Mar Carnage: Pra encarar esse tem que gostar de games, pois é diferente de quase tudo que você já viu (a menos que tenha jogado Flashback ou outro do tipo). Jogos que te fazem pensar, como esse, fazem muita falta hoje.

[106] Bugs Bunny in Rabbit Rampage
Sunsoft, 1994
Plataforma

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Max Carnage: Um dos meus jogos favoritos! Pernalonga toca o terror em um universo criado pelo Patolino, onde o coelho irá encontrar os personagens mais traiçoeiros dos Looney Tunes como Hortelino, Coyote, boxeador, touro, Marvin, Taz e outros. Em cada fase temos uma cacetada de itens que servem como armadilha pro Pernalonga poder usar contra os inimigos e assim criar situações cômicas. O objetivo final do game é procurar o responsável por colocar o coelho na enrascada e dar cabo nele.

Matt: Sempre achei esse jogo muito bem feito, tanto graficamente como no fator “transformar-um-desenho-animado-em-game”. Bugs é sempre o coelho trolador, cheio de armadilhas e truques, tudo colocado no game, os chefes precisam ser derrotados com uma certa estratégia e usando os itens certos, muito bom.

[107] Madden NFL ’94
Visual Concepts, 1993
Esporte

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Matt: Eu gosto de esportes e de jogos de esporte, mas se tem um que eu desprezo e não faço questão de entender é o Football. Mas, como esse troço vendia pra caracas, a EA lançou uma série tipo FIFA e NBA que todo ano lança um praticamente igual para os fãs da bola oval. Jogue se for paciente.

Max Carnage: Vou jogar meu comentário fora, pois não entendi as regras desse maldito jogo…

[108] Harley’s Humongous Adventure
Visual Concepts, 1993
Plataforma

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Max Carnage: Inusitado plataforma onde você joga com um carinha que foi encolhido e bate frente a frente com miniaturas como mosquitos, brinquedos e etc. Suas armas são coisas pequenas também como parafusos e outra tranqueiras. O ruim é que esse puto tem um tempo de resposta grande pra virar para o outro lado. Basicamente você tem que se distanciar do inimigo para virar e acertá-lo.

Matt: Querida, encolhi as Crianças? Não, apenas um game com essa temática, so que aqui você controla um cientista de macacão verde que se encolheu e a máquina supostamente explodiu no processo, então agora você está do tamanho de um sabonete e precisa resgatar as peças da máquina para restaurá-la de alguma forma e voltar ao normal. Bizarro mas até que é bacana.

[109] U. N. Squadron
Capcom, 1991
Shoot’em Up

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Matt: Um ótimo shoot’em up que surgiu também nos fliperamas e ganhou uma conversão ligeiramente diferente no SNES. Você começa escolhendo um dos pilotos, a novidade é que você não morre no primeiro tiro, ao invés disso seu avião fica um tempo vulnerável e o piloto se recupera, perdendo um pouco de “life”, cada piloto tem um tempo de reação diferente e isso pode ser essencial para um bom gameplay.

Max Carnage: Conheci melhor esse jogo quando peguei em um falho desafio do FTW Challenge. É difícil mas é bom demais.

[110] AAAHH!!! Real Monsters
Realtime Associates, 1995
Plataforma

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Max Carnage: Baseado nos monstrinhos que tiveram uma série animada pela Nickelodeon, Real Monsters poderia ser mais um jogo massa de plataforma pro SNES. Os controles são péssimos e as fases bastante enjoativas, poderiam ter aproveitado melhor o esquema de controlar 3 personagens simultaneamente como fizeram em Animaniacs.

Matt: Poderia até ser um game bacana, mas os controles destroem qualquer possibilidade de se jogar isso por mais de 5 minutos.

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