MARATONA SNES – Dia 15 – Procurando Algo Alucinante

Vamos maratonizando e chegando a 150 jogos jogados nessa corrida maluca, vamos que vamos!

maratona15

[141] Mario is Missing!
The Software Toolworks, 1993
Educacional

141-MarioisMissing

Matt: A super popularidade do Super Nintendo e consequentemente do herói bigodudo fez com que surgissem vários outros jogos estrelando essa turma, inclusive jogos educativos. Mario is Missing! é o primeiro título a estrelar Luigi como “protagonista”, ele viaja pelo nosso mundo real procurando pelo Mario, passando por todos os continentes e suas principais cidades, visitando lugares e conhecendo a história de museus e monumentos até enfrentar o Bowser.

Max Carnage: Caramba, eu não lembrava que esse jogo utiliza os sprites e sons do Super Mario World. Via ele numa locadora na época e tive curiosidade de ver qual era mas nem aluguei, ainda bem que não desperdicei a locação.

[142] The Jetsons: Invasion of the Planet Pirates
Taito, 1993
Plataforma

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Max Carnage: Como o SNES poderia ter game de plataforma baseado em tudo quanto era cartoon e deixar pra trás a família do futuro mais engraçada das telinhas? George Jetson recebe a missão de ser um super herói usando um poderoso… aspirador de pó. Com essa brilhante “arma”, George suga os inimigos jogando nos outros, escala paredes, prende seu ar debaixo d’água e assim vai. Tem até fase de moto. Mas um fato curioso desse título é que ele recebeu uma adaptação no Japão, chamado Youkai Buster Ruka no Daibouken, um mangá que virou game em cima desse dos Jetsons.

Matt: O lance bacana desse game, além dos belos gráficos, é a jogabilidade. George usa um inusitado aspirador de pó para catar itens, matar inimigos e até escalar paredes, muito bacaninha e divertido, só acho um tanto curto.

[143] Inindo: Way of the Ninja
Koei, 1993
RPG

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Matt: Mais um RPG que nasceu nos computadores antigões, tipo aquele MSX que seu tio tinha num quartinho isolado, Inindo é um spin-off da série Nobunaga’s Ambition, os otakus vão reconhecer. Esse jogo aqui em si é muito lento e massante de jogar, as batalhas são chatíssimas e os gráficos entediantes, fator play zero.

Max Carnage: RPG das antigas (digo antes da era 16-bits) são estressantes pelas burocracias como parar o jogo pra carregar o menu toda vez que se aperta o botão de ação. Esse é um deles. Além de tudo que o Matt falou, a história é muito similar a daqueles filmes de ninja clichês que passam volta e meia na Bandeirantes, onde o ninja é um cara arrombado no começo e só se fode até virar o fodão.

[144] The Chessmaster
The Software Toolworks, 1991
Xadrez

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Max Carnage: Clássica franquia de xadrez que já saiu pra tudo quanto é plataforma  e não podia deixar de dar as caras no Super NES. Basicamente é isso, um jogo de xadrez. Mas singleplayer, então nem adianta chamar os camaradas praquela disputa animal.

Matt: Esse é aquele mesmo jogo que vinha nos kits multimídia da Creative, esse mesmo, só que com gráficos inferiores.

[145] F-Zero
Nintendo, 1991
Corrida

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Matt: Um jogo de corrida para mostrar a que veio o SNES, lançado logo no início da vida do console, o game abusa da velocidade gráfica, rotação e sons incríveis, sou muito fã.

MaxCarnage: O SNES faz surgir uma nova franquia e das boas. O lance de recarregar a energia do carro enquanto corre foi uma bela duma sacada.

[146] The 7th Saga
Enix, 1993
RPG

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Max Carnage: Um RPG bem tradicional, ao estilo dos primeiros Final Fantasy onde você escolhe sua classe de guerreiro e parte pra jornada. Aqui você vai sozinho, esqueça sair em grupos de 3 ou 4 caras. A dificuldade é um tanto pesada; no começo você precisa treinar bastante para atingir o nível 3 ou 4 para poder sair seguro pelo mapa sem esbarrar em duplas de inimigos, e é preciso estar bem equipado ou com magias de ataque para enfrentar os chefes.

Matt: RPG bem diferente, pelo menos para mim. Você começa escolhendo uma classe e vai sozinho pelo mapa, tem um radar que mostra onde estão perambulando os inimigos, daí dá até para tentar evitar aqueles encontros aleatórios que acontecem nos mapas dos RPGs normais.

[147] Chester Cheetah: Wild Wild Quest
Kaneko, 1994
Plataforma

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Matt: O segundo game do mascote do Cheetos no SNES, aqui o felino deve viajar pelos EUA procurando pelo salgadinho de milho preferido da molecada, um verdadeiro “adware” das antigas. Esqueça que esse jogo existe.

Max  Carnage: Engraçado, eu via esse mesmo jogo na locadora do “Mario is Missing!” e também não aluguei. Achava que era o outro Chester Cheetah que eu já tinha jogado. Trilha sonora cansativa, a troca do botão de pulo pelo “A” e morrer em uma paulada prova que a sequência deixou a desejar.

[148] The Firemen
Human Corporation, 1994
Ação

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Max Carnage: Mais um jogo de bombeiro assim como o the Ignition Factor já mostrado aqui, porém menos realista. Em Firemen você vai com a ajuda de um bombeiro auxiliar que utiliza um machado e, diferente também do Iginition, sua munição é infinita sem a necessidade de recarga e as missões são lineares, o que faz Firemen ser mais fácil. Uma curiosidade é que o jogo se passa no longíquo ano de 2010, quando Nova Iorque está um caos.

Matt: Coincidências à parte, quase a mesma coisa do Ignition Factor do post passado, só que mais cartoon e mais fácil, resumindo, uma versão “arcade” do game de bombeiro, podemos considerar o Ignition um “simulation”.

[149] Clayfighter
Visual Concepts, 1993
Luta

149-Clayfighter

Matt: A desconhecida Visual Concepts fez até um trabalho legal de animação com os personagens de massinha mas tentou muito ser engraçada o tempo todo no game e terminou esquecendo da jogabilidade. Erro terrível que transformou um jogo que tinha potencial em uma experiência frustrante.

Max Carnage: Jogo de luta com personagens bizarros (inclusive você encontra até Earthworm Jim e Boogerman ao longo da franquia) e a participação do mascote de “Claymates” anunciando o round, como o Matt bem disse, merecia o troféu cazalbé de zé-gracisse.

[150] Tin Star
Software Creations, 1994
Shooter

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Max Carnage: Tin Star é mais um game para a galera que jogou dinheiro fora com a Super Scope poder aproveitar (ou o Mouse se tiver). Ao contrário dos outros games de tiro que só aparecem a mira na tela para o SNES, esse tem uma temática infantil, parecendo um desenho animado.

Matt: Hoje o dia foi da Software Creations, heim? Esse aqui foi publicado pela Nintendo, provavelmente uma tentativa de popularizar a bazuca Super Scope entre os infantes.

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2 comentários

  1. Mario is Missing!: Ao contrário do Carnage, eu tive a “sorte” de alugar esse jogo na minha infância. Lembro que na época me deixei levar pela boxart. A versão de SNES ficou melhor que a de DOS, que usou sprites horríveis.

    F-ZERO: Clássico! Eu tinha um cartucho 8-in-1 com ele incluído. As corridas desse jogo são alucinantes demais!

    The 7th Saga: Apesar de eu gostar muito mais da sequência “Mystic Ark” que nunca saiu do Japão, esse aí também vale a pena conferir.

    Chester Cheetah: Wild Wild Quest: Eu joguei esse na casa de um parente meu, na época cheguei até a gostar.

    The Firemen: Esse eu curto demais. Descobri alguns anos atrás pelo emulador, e recentemente, o zerei pela segunda vez. Pena que faltou um modo 2 players, que cairia muito bem.

  2. Clayfighter eu tinha e joguei bastante. É legalzin mas os personagens tem comandos muito difíceis, dar um especial é morivo de festa. O melecão THE BLOB é o mais divertido (e menos feioso). Teve uma continuação mas é mais do mesmo.

    A Super Scope eu tinha mas usei muito pouco, nunca achava jogo pra alugar, então era só o jogo do Yoshi mesmo. Ainda está no sótão da casa dos meus pais, hoje deve valer alguma coisa nos ebay da vida.

    7th Saga eles cagaram deixando a versão americana muito mais difícil, com level ups bem mais lentos e avarentos (+2 de HP? Vaitomanocu). Hoje em dia se encontra a versão japa (Elnard) com tradução, é bem mais jogável. O jogo em si é interessante, cada personagem é bem diferente do outro e os outros que vc não escolheu podem te enfrentar ou te ajudar. Parece uma tentativa de fazer uma mistura de RPG japonês com ocidental.

    Mario is Missing…basicamente vc interroga os NPCs no mapa e depois responde perguntas da guia turística, que por algum motivo é a Princesa Peach. Interessante que só pode atravessar a rua na faixa de pedestres, e o Luigi olha pros dois lados antes de ir! Aluguei mas na época eu não sabia prosseguir, então só ficava zanzando na fase do Brasil.

    Jogo de bombeiro me dá aflição.

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