MARATONA SNES – Dia 17 – Evoluções Além do Tempo

Olá saudosos amiguinhos, hoje tem gente que vai chorar com esse post. Segue a lista.
maratona17

[161] Samurai Shodown
SNK, 1993
Luta

161-SamuraiShodown

Matt: Outro clássico da SNK que não podia deixar de render uns dólares mais nos 16 bits, essa conversão ficou muito bacana mesmo, apesar dos bonecos pequenos, tudo culpa do grandalhão Earthquake, o preço que se paga para ter todos os personagens.

Max Carnage: Dos jogos de luta do Neo Geo pra SNES, esse ficou agradável mesmo, diferente dos outros na minha opinião.

[162] Lester the Unlikely
Visual Concepts, 1994
Plataforma/Aventura

162-Xinelo

Max Carnage: Lester é o melhor jogo do mundo. O primeiro a entrar no meu clássico fotolog e com muita honra. Trata-se de um sujeito nerd, muito cagão, e que se perde numa ilha e vai parar nos lugares mais “aventuráveis” possíveis, cheios de bichos selvagens, mas com uma índia sensual envolvida, o que motiva a aventura do desengonçado.

Matt: Um jogo estranho mas legal, daqueles que você vai jogando e jogando só para ver quantas bizarrices mais vão aparecer nas próximas fases. O grito dele no cipó na tela de abertura é o ápice.

[163] King of the Monsters
SNK, 1991
Luta

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Matt: Mais uma conversão dos arcades, aqui você encarna um dos monstros gigantes para um campeonato (?) de luta livre em cima de capitais famosas, tem até uma espécie de super herói e um Godzilla genérico.

Max Carnage: A ideia é boa mas o jogo podia ser melhor

[164] James Pond 3: Operation Starfish
Electronic Arts, 1993
Plataforma

164-JP3

Max Carnage: Cara, esse jogo acertou em alguns pontos; a ambientação ficou legal, os gráficos são bacanas, o mascote é carismático, mas errou em ter um controle horrível. Que burocracia ter que apertar direcional + X pra bater, A ou Y pra pular e a até andar nesse jogo é ruim.

Matt: Esse jogo parece ter saído dos computadores antigos, tipo Commander Keen, gráficos do mesmo naipe, só que com mais que 256 cores, jogabilidade vomitável e muito mal gosto, além de ser confuso, esquece esse peixe bípede amorfo.

[165] Hook
Imagetec Design, 1993
Ação/Aventura

165-Hook

Matt: Acho a capa desse jogo muito legal, olha só isso, só pela capa dá vontade de jogar e derrubar o Gancho desse navio. Mas enfim, esse é um título de “arte” para o SNES, um baita jogo em vários sentidos, um cartucho para se ter em casa.

Max Carnage: Plataforma meio obscuro que surpreende pela qualidade, parece até da Capcom. O maior problema mesmo é que o Peter Pan anda que parece que tá com hemorroida.

[166] E.V.O. Search for Eden
Enix, 1993
RPG

166-EVO

Max Carnage: Não sei porque mas a Enix nessa época teve a ideia de lançar vários jogos tratando sobre o tema evolucionismo, criação e coisa e tal. E.V.O. trata sobre a evolução do ser vivo, desde sua vida aquática até virar um gigantesco dinossauro passando etapa por etapa. Muito criativo, e legal pra caramba de se jogar. Saca o Tamagotchi?

Matt: Bacana e diferente, uma ideia inovadora e diferente, eu já falei que é diferente?

[167] Drakkhen
Infogrames, 1991
RPG

167-Drakkhen

Matt: Um dos primeiros RPGs a usar gráficos em 3 dimensões, mesmo com essa cara de feito no Paint é uma evolução para 1991, não é? Para mim, uma jogabilidade horrível e uma confusão total para se jogar isso, só ler as instruções no começo já cansa, melhor ir jogar o RPG número 169 dessa lista.

Max Carnage: Rapaz! Isso aqui é o Oblivion da época.

[168] The Blues Brothers
Titus, 1993
Plataforma

168-Blues

Max Carnage: Blues Brothers é um game baseado no famoso filme dos anos 90. Fãs do Mega Drive vão me perdoar a comparação, mas esse jogo me lembra o clássico Kid Chameleon pela quantidade de fases. Aqui você joga com um dos dois irmãos (ou os dois num modo multiplayer) e sai atirando discos nos inimigos e catando milhares desses mesmos discos.

Matt: Um plataform bem legalzão com ação bem rápida e MUITAS fases, a musica é sempre bacana e os gráficos também.

[169] Chrono Trigger
Squaresoft, 1995
RPG

169-CT

Matt:

Max Carnage:

[170] Bebe’s Kids
Motown Software, 1993
Beat’em Up

170-Bebes

Max Carnage: Pesquisando um pouco sobre o que baseou essa grande bosta descobri que Bebe’s Kids é um filme animação de comédia. Ok, filme. Se for da mesma qualidade do game, é melhor assistir o filme do Pelé. Fases repetitivas, objetivo nenhum e porrada com ação zero descrevem bem essa obra de arte.

Matt: Raio de jogo é esse? Os bonecos são imortais? Você passa uns 15 minutos socando o rato gigante no parque para ele cair… Esqueça que isso existe ou jogue para ter raiva.

Não deixe de ver o vídeo do dia.

5 comentários

  1. James Pond 3: Esse eu até gostava. Um dos meus maiores incentivos para jogá-lo é que o mapa é cheio de fases, e muitas possuem saídas secretas que levam a outras partes do mundo, quase como um Super Mario World.

    Hook: Esse eu cheguei a alugar. Muito legal. A jogabilidade é boa demais.

    E.V.O.: Esse é um dos jogos mais criativos que eu já vi. Tem alguns amigos que dizem que o Spore é um plágio dele, mas não posso opinar.

    Chrono Trigger:

    Bebé’s Kids: Eu tinha ele no meu CD com ROMs de Snes, mas se eu cheguei a jogá-lo, no máximo passei uma única fase. Não me agradou muito.

      1. Valeu Alexandre, valeu por acompanhar e comentar todos os dias! Esse Chrono realmente é literalmente “sem palavras”

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