MARATONA SNES – Dia 20 – Viscoso mas Gostoso

É chute pra todo lado, velhinhas no auge da forma e morcegos chutando gatas, tudo isso e muito mais no dia em que completamos DUZENTOS jogos jogados no nosso querido quadradão de gelo, o SNES. Vamos com a gente!

maratona20

[191] Batman Returns
Konami, 1993
Ação/Beat’em up

191-BatmanReturns

Matt: Esse jogo tem um lugarzinho especial no meu coração porque foi por causa dele que ganhei meu primeiro SNES. Quando meu pai viu esse game rodando (ainda preto e branco, pois o console do meu amigo era americano em sistema NTSC e precisaria de um descodificador para ficar colorido na nossa televisao PAL-M) se encantou e perguntou “que vídeo game é esse”? Logo chegaria  em nossa casa um Super Nintendo colorido novinho e com Mario World para alegria geral, Sobre o game? Um beat’em up fantástico com gráficos e animações lindas, contando fielmente a história do filme. Espetáculo.

Max Carnage: Batman de briga de rua tem tudo pra dar certo e é estranho ter saído só esse (se não me falha a memória) no SNES.

[192] Super Metroid
Nintendo, 1994
Ação/Plataforma

192-SMetroid

Max Carnage: Como uma franquia que começou com grande sucesso, Metroid estourou no Super NES. É considerado por muitos o melhor game para o console, provavelmente pelo seu desafio, exploração de mapas e tesouros como os vários itens secretos que encontramos e ao catar pára pra tocar aquela musiquinha que deve ter soado agora na sua cabeça.

Matt: Jogo fantástico, facilmente top 10 em qualquer lista de jogador que se preze.

[193] Street Fighter II
Capcom, 1992
Luta

193-SFII

Matt: O game que abriu alas para um gênero nos arcades chega em sua casa com o mesmo glamour, agora sim você vai poder escolher o Dhalsim sem ficar com pena de gastar uma ficha.

Max Carnage: Caralho! Existe mesmo Street Fighter II sem ser “versão especial”?!

[194] Pac-Attack
Namco, 1993
Puzzle

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Max Carnage: Que tal juntar dois clássicos em um? Foi essa a ideia da Namco pegando a incansável fórmula do Tetris e colocando Pac Man e seus fantasminhas no meio. O que difere do clássico russo é que entre os blocos temos os fantasmas. É preciso deixá-los próximos, estrategicamente, pra quando cair uma peça contendo o Pac Man, ele já cair devorando a galera. Fez tanto sucesso que volta e meia esse jogo é relançado.

Matt: Não conhecia até pegar nessa maratona louca, apesar dos diversos remakes nas incansáveis coletâneas da Namco. Um puzzle que parece legal mas é dificil de entender e fica bem enjoado com o tempo.

[195] Frogger
Hasbro, 1997
Arcade/Ação

195-Frogger

Matt: O curioso aqui é que esse jogo foi lançado no finl de 1997, isso mesmo, o ÚLTIMO cartucho lançado para o Super Nintendo na América do Norte. Que tristeza! Fechar um console tão vencedor com esse trapo… pelo menos é uma reedição de um clássico dos arcades.

Max Carnage: É estranho esse game ser considerado oficial, parece feito por algum jogador pela falta de trabalho que deram a ele. Mas Frogger vai ser divertido até em preto e branco.

[196] Pitfall: The Mayan Adventure
Actvision, 1995
Aventura/Plataforma

196-Pitfall

Max Carnage: Puuuta que pariu, mas Pitfall é uma das coisas mais clássicas do mundo! Essa versão 16 bits não faz feio não. Aquela aventura que costumávamos jogar nos anos 80 está ainda mais divertida e MUITO desafiadora. Aliás, para matar a saudade daquele Pitfall versão do Atari, basta encontrá-lo na quarta fase do game como uma fase bônus.

Matt: Ficou sensacional e ensinou como se moderniza um clássico, fez muito sucesso também no Windows 95 da galera riquinha.

[197] Fun ‘n Games
Leland Interactive Media, 1994
Educativo

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Matt: Uma compilação de 4 atividades que poderia ser “jogada” com o mouse do SNES, tem pintura, joguinhos, um compositor de música (veja o vídeo no fim desse post para curtir minha versão de “Oh Suzana”) e muita diversão, só que não.

Max Carnage: Porra mais um Mario Paint?

[198] Power Instinct
Atlus, 1993
Luta

198-PowerInstinct

Max Carnage: Mais um game de luta que surfa na onda de Street Fighter e a galera da SNK. Power Instinct tem aqueles golpes clichês semelhantes a Hadouken e chutes rápidos e é até fácil comparado aos rivais, focando sempre na bizarra velhinha que é um dos personagens jogáveis e baita osso duro.

Matt: A história toda começa aqui, escolha um dos membros do clã Goketsuji que vão lutar para encontrar quem será o sucessor da velhinha de 78 anos Oume Goketsuji, mas ficou famoso mesmo pelos golpes bizarros da velhinha que até atira a dentadura, e a dificuldade elevada. Gerou mais 4 continuações e uma versão até no PS2.

[199] The Adventures of Dr. Franken
Elite Systems, 1993
Plataforma

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Matt: O maior desafio desse plataforma genérico é o controle. Horroroso. Além do constante humor forçado e os inimigos que insistem em aparecer na tela a 600km/h te pegando de surpresa toda vez. Teoricamente, você precisa viajar pelo mundo catando pedaços da sua namorada monstro e é só, nada de chefes ou coisa parecida.

Max Carnage: Sou conhecido por aqui por ser um amante dos plataformas mas confesso que esse do Frankstain, tão radical quanto o Sam de Prehistorik Man, é muito chato.

[200] Timon & Pumbaa’s Jungle Games
THQ/Disney Interactive, 1997
Party

200-TimonPunbaa

Max Carnage: Quando achamos que o SNES já não tinha mais nada pra lançar, entre 1997 e 1998 mesmo no fim de sua vida aparecem Timão & Pumbaa no auge de suas carreiras independentes, com desenhos animados na TV e tudo. Eu na época aluguei achando que fosse um plataforma tão divertido quanto o jogo do Rei Leão, mas me pegou de surpresa um jogo do estilo “Party”, onde temos vários mini games olímpicos. Aqui temos Pinball, “Arkanoid com o arroto do Pumbaa”, “Frogger com o Timão” e um tiro ao alvo no estilo Duck Hunt. É divertido mas muito restrito pela quantidade de mini games.

Matt: Jogo que é na verdade uma reunião de 3 mini games que talvez fossem fases de bonus nunca usadas no jogo do Rei Leão, daí resolveram ganhar um troco lançando um game só com esses.

Não deixe de ver o vídeo do dia!

1 comentário

  1. Batman Returns: sempre tentava zerar nas locadoras, mas falhava sempre…e tem que zerar no Hard para ver o verdadeiro final….

    Metroid: sem palavras, jogo maravilhoso.

    Street Fighter 2: um bom game, na época que achava o Ryu legal, hoje acho um virjão babaca

    Power Instintc: joguinho com velhinha esquisita…e o enredo do game, putz!

    Pitfall: sensacional e até o Pitfall pai aparece no fim do game, com os gráficos de Atari!!!! só de ter visto aquilo, melhor que Tomb Raider. hehehehhe

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