MARATONA SNES – Dia 24 – E Agora? Quem Poderá nos Defender?

Desde os tempos mais primórdios a humanidade pode contar com os super poderes de algum bacanão. Aquele cara cheio da força, pleno combatente da justiça que defende os frascos e os comprimidos. De Super Man ao Chapolin Colorado, eles estão pode toda parte. E a Maratona SNES homenageia esses fio duma quenga.



maratona24

[231] Spider-Man: The Animated Series
Western Technologies, 1995
Ação/Plataforma

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Matt: Um plataforma de ação basicão com o aranha, o herói que só apanha, o mais legal é que são 6 fases e 20 bosses, como é isso?

Max Carnage: Esse jogo é difícil bagarai. Era quando eu era criança e alugava essa fita, pelo menos. Talvez pelo controle ruim ou simplesmente por não saber pra onde ir o tempo todo. Sei lá, até jogue mas lembre-se que existe o Maximum Carnage.

[232] The Death and Return of Superman
Sunsoft, 1994
Beat’em Up/Shooter

232-Superman

Max Carnage: Nos anos 90 parece que foi moda reinventar os clássicos heróis de diversas maneiras. Talvez pra vender bonecos ou quadrinhos, mas quem saiu ganhando foram os gamers. Esse jogo conta quando Superman supostamente morre ao travar uma luta contra um monstrão feio e de repente surgem 4 novos homens de aço (um deles o Superboy) que se confrantam entre si pra decidir quem manda na porra toda agora. Sei lá, pra mim é o Batman quem manda.

Matt: Esse é o jogo bem legal até para quem não está nem aí para a história toda, vale a ficha.

[233] Captain America and the Avengers
Data East, 1993
Beat’em Up

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Matt: Um jogo de arcade bem peculiar que foi lançado 2 anos depois para o SNES e ficou melhor que o arcade, só que continua ruim, dá pra entender? Escolha um dos 4 Vingadores (Seu Américo, Iron Man, Hawkeye ou Vision) e saia levando pancada na rua de todo mundo. O curioso é que os heróis, mesmo fortemente armados com toda essa tecnologia, podem pegar pedras no chão para jogar nos inimigos, e os pedregulhos são mais fortes que os lasers deles, heim!

Max Carnage: Tá aí um jogo que, vendo pelas screenshots, dá mó vontade de jogar. Depois que lembra como o jogo realmente é, a vontade já era.

[234] Daffy Duck: The Marvin Missions
Sunsoft, 1993
Plataforma

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Max Carnage: Quando Patolino ficou de saco cheio de ser coadjuvante do Pernalonga, ele ganhou esse game (que talvez por sacanagem, é bastante inferior ao do coelho). O game é baseado nas aventuras espaciais de Patolino, Gaguinho e Marvin que mais tarde teve um desenho, o Duck Dodgers. Sei lá, dos games dos Looney Tunes pro SNES, esse é o que eu menos gosto.

Matt: Plataforma fraquinho estrelando o Luigi da Looney Tunes, o Patolino, na ocasião vestido de herói e locado em um resort em Marte, leva tempo para gostar e menos ainda para enjoar.

[235] The Tick
Software Creations, 1994
Beat’em Up

235-TheTick

Matt: Herói bizarrento que apareceu em tirinhas de jornal, ficou popular e ganhou HQ próprio, ficou ainda mais popular e ganhou desenho e live action, pra fechar e despencar a carreira ganhou games. Um herói esquisitão, todo desengonçado e cheio de clichês parodiando outros heróis para nossa alegria, ou não.

Max Carnage: Conheci o Tick por esse game. Adorava, jogava bastante (até porque era deveras fácil pra uma criança dos anos 90) e depois quando tive TV a cabo descobri que tinha um desenho dele na Fox Kids (atual Disney XD). Mas quase não via. Preferia o Cartoon Network.

[236] Wolverine: Adamantium Rage
Acclaim, 1994
Ação/Plataforma

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Max Carnage: Wolverine põe suas garras pra fora pra encarar muita bandidagem no seu próprio game composto de altos e baixos. A começar pelo principal defeito do game; o controle é muito ruim. Porém, a proposta é interessante. Wolverine regenera sua vida (assim como nos quadrinhos) e as fases tem objetivos de matar todos os inimigos “matáveis”. Mas não se empolgue, no geral é muito ruim.

Matt: A história é interessante, mas a execução… Wolvie merecia seu próprio jogo nos 16 bits e chegou, mas… a péssima jogabilidade mata esse game.

[237] Sonic Blast Man II
Taito, 1994
Beat’em Up

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Matt: Um jogo simplório mas bem bacana, inventaram uma galera para acompanhar o Blast Man nas doidices dele e colocaram um modo 2 players para ver se cola, um beat’em up na média dos tantos que vemos por aqui.

Max Carnage: Você já deve ter brincado de Massaranduba nos arcades do Sonis Blastman e descido o cacete naquela máquina. Bem-vindo a segunda edição da versão beat em up, altamente melhorada e com mais carinhas pra escolher.

[238] Boogerman: A Pick and Flick Adventure
Interplay, 1995
Plataforma

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Max Carnage: Boogerman é um herói diferenciado. Para acabar com os vilões ele apela pra todo seu potencial nojento; peida, arrota, catarra, enfim. O game pode ser um pouco cansativo por cada stage ser composto de 4 fases grandes, mas as crianças vão rir pra cacete.

Matt: Se você ainda sorri com peidos barulhentos, arrotos arrasa-quarteirão e gruda melecas embaixo da mesa, esse é o seu game!

[239] Maui Mallard in Cold Shadow
Disney Interactive, 1996
Plataforma

239-ColdShadow

Matt: A confusão começa na hora de dar um nome ao pato herói. Seria o Donald? Quem é o marreco Maui? O Donald versão detetive? Mas enfim, o negócio é que esse game é bem legal e um tanto difícil, com belos gráficos e muitas surpresas.

Max Carnage: Maui Mallard é a versão gringa do Inspetor Mallandro, humildemente estrelada pelo nosso Pato da Old Games. O jogo é legal, pena que são muitas entradas labirinticas e muita coisa escondida desnecessariamente.

[240] Captain Novolin
Raya Systems, 1992
Educativo

240-CaptainNovolin

Max Carnage: Quando a glicose tiver alta, a diabetes bater na porta ele chega pra te salvar. Isso mesmo, Captain Novolin é o super herói que ensina os americanos gordos a combaterem a diabetes dando lições, com a ajuda de médicos, sobre o que comer, a quantidade de insulina a tomar, etc, etc.

Matt: Jogo feioso e estranho que tenta educar sua alimentação para combater a diabetes, um dos primeiros advergames da história? Maybe. Na verdade o laboratório que produz a insulina Novolin quer mesmo é que você se encha de açúcar para vender mais.

Olho no vídeo do dia!

6 comentários

  1. Boogerman é mito! eu esperava uma continuação.

    o jogo dos Avengers com o Capitão Americo é triste demais

    esse The Tick me deixou interessado

    e o Capitão Novolin, cara, o médico tem a cara do Calton do seriado Fresh Prince of Bel-Air, que passava no SBT. hehheheh, deve ter sido inspirado no ator.

  2. Ei… O nome do jogo do Superman tá como “King Arthur’s World”.

    Eu tinha esse Superman. Era bem bacana, lembro das últimas fases com o homem de aço que usa uma marreta gigante.

    Duck Dodgers eu alugava, e pegava emprestado de um amigo. Também era bem legal.

    Um amigo meu que comprou um SNES usado tinha a fita do Wolverine (Que por sinal era só a fita, não tinha o cartucho cinza). Concordo que a jogabilidade é bem confusa.

    Mas o melhor daí na minha opinião é o Cold Shadow. A trilha sonora e os gráficos são incríveis.

  3. Spiderman: joguei pacas, mas é tão labiríntico que não tive saco pra zerar. Melhor o Maximum Carnage ou Spiderman vs Kingpin para Mega Drive.

    Superman: o único game do Super que é jogável, mas repetitivo demais; de que adianta colocar quatro super-homens(ou melhor, cinco) se todos têm a MESMA jogabilidade e enfrentam o mesmo exército de inimigos clonados? Só consegui zerar no emulador, haja saco!

    Captain America: Esse eu resenhei lá no Museum; apesar dos gráficos estarem bons, a jogabilidade é uma merda.

    Duck Dodgers: pow, “Luigi dos Looney Tunes”? Que ofensa ao Luigi, Matt!

    The Tick: pelo menos mantém o humor da série animada.

    Wolverine: engraçado que, apesar de terem o mesmo nome, a versão de Snes e Mega são completamente diferentes, até na jogabilidade. E o fator de cura leva um milhão de anos pra curar, mesmo com o frameskip do emulador.

    Sonic Blast Man II: huh… próximo?

    Boogerman: assim como o do Wolvereco, as versões de Mega e Snes são completamente diferentes (mas a jogabilidade pelo menos é a mesma). Divertido, e muito engraçado. Booger!

    Cold Shadow: eu sei que o Pato Donald tem um primo chamado Mel Mallard (que aliás é um detetive no Havaí; ele aparece naquela série TV Quack Pack), mas nunca entendi direito por que ele usou o nome de Maui neste game. Seja como for, é um dos melhores da lista.

    Captain Novolin: a ideia até que é interessante, criar um game com um super-herói para ajudar crianças que têm diabetes(melhor que aquele jogo medonho dos dois elefantes diabéticos)… mesmo assim, como disse o Matt, parece não passar de propaganda do laboratório Novolin.

      1. Sim, o Donald É o Maui Mallard; direto da Wikipedia:

        “The game stars Donald Duck under the identity of an anthropomorphic duck detective named Maui Mallard, who adopts the name “Cold Shadow” when he dresses up in ninja garb. For the North American versions of the game, all Donald Duck references are omitted for unknown reasons and the main character is only known as Maui Mallard. Though the end of the game informed the player to look forward to Maui’s next adventure, there have been no other appearances of Maui Mallard or Cold Shadow in any medium.”

        http://en.wikipedia.org/wiki/Donald_in_Maui_Mallard

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