MARATONA SNES – Dia 26 – Um Peso e Várias Medidas

Mais um belo dia para experimentar 10 pérolas do Super Nintendão. Vamos nessa!

maratona26



[251] Double Dragon V – The Shadow Falls
Leland Interactive Media, 1994
Luta

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Matt: Eu acredito muito que, tentando seguir o sucesso do jogo de luta das Tartarugas Ninjas, eles fizeram essa cagada. Um game de luta medíocre e cheio de falhas graves, nem os personagens da série animada do Double Dragon conseguiram salvar isso aqui.

Max Carnage: Aprenda a estragar uma série de beat ‘em up transformando em jogo de luta. Ou pior ainda, adicionado um modo “RPG” cheio de historinha nada a ver com Double Dragon irmão.

[252] Indiana Jones’ Greatest Adventures
JVC, 1994
Ação

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Max Carnage: Cara, não tenho nem palavras. Esse é aquelas joias raras de console, que nasce no máximo 2 por ano. Um jogão nota 10 mesmo. Ele cobre os 3 filmes clássicos do Indiana Jones no melhor estilo de jogos de ação e é propositadamente difícil, pra que você vá jogando e jogando até pegar as manhas. Jogue agora.

Matt: A forma correta de se fazer um game baseado em filme, no caso aqui, em filmes, 3 no total: Raiders of the Lost Ark, Temple of Doom e The Last Crusade. Um game viciante, muito bem feito e completo.

[253] Equinox
Sony Imagesoft, 1993
RPG

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Matt: Vejam só, esse game me chamou atenção quando vi umas fotos numa revista décadas atrás, e só agora vim jogar essa coisa estranha. Parece ser muito bom, pelo pouco que joguei, exige muita exploração e paciência, os gráficos bacanas com os personagens enormes ajudam.

Max Carnage: Game muito estiloso, como diz o Matt, oriundo lá do NES como sequência do game Solstice. Pra quem não entendeu a relação, Solstício e Equinócio tem a ver lá com as paradas das estações do ano, sei lá, só to querendo dizer que não matei tanto as aulas de geografia.

[254] Doomsday Warrior
Laser Soft, 1993
Luta

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Max Carnage: Joguinho de luta chato e genérico onde você escolhe o seu boneco e o seu adversário e vai lutando em cenários ordenados. Lento e com movimentos toscos, esqueça e jogue o bom e velho MKII.

Matt:talvez esse game tenha sido pensado para o NES ou o Mega Drive, mas terminou no SNES e caindo das pernas… O jogo não explica nada, você escolhe um dos lutadores estranhos e entra na arena contra outro e quem jogou mais de 5 minutos deve saber onde isso vai dar, eu não sei.

[255] GP-1
Atlus, 1993
Corrida (Moto)

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Matt: GP-1 é um ótimo game de corrida de motos, se você nunca jogou eu recomendo muito que o faça. O lance legal é que você ganha grana para ir melhorando sua bike com o passar da temporada, no início você escolhe um mecânico que vai dar um boost em alguns aspectos da sua máquina, detalhes simples que deixam esse jogo ainda melhor.

Max Carnage: Jogo tão elogiado pelo Matt e, eu que nem curto corrida, mal conhecia. Legal, melhor que aquele de moto que postamos uns dias atrás, tal de Suzuka.

[256] Batman Forever
Acclaim, 1995
Ação/Beat’em Up

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Max Carnage: Baseado no filme do Tim Burton de mesmo nome que leva a participação de Jim Carrey como o Charada, esse aqui virou um jogo de “briga de rua” com os controles do Mortal Kombat. Bom? Na hora do combate, sim. Mas espera até precisar subir uma plataforma ou descer de alguma que você vai ver que, se quiser continuar jogando, vai precisar pesquisar na internet pra saber como que faz. No game você escolhe entre o Bátima ou o Robin e vai passando por missões e tal.

Matt: Tão ruim quanto o filme, precisa falar algo mais?

[257] Hardball III
MindSpan, 1994
Baseball

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Matt: Um joguinho de baseball até que legal, talvez se os gráficos fossem melhores ele ganharia mais atenção. Apesar disso, tem detalhes interessantes.

Max Carnage: Quando vi o Accolade na primeira tela já pensei na cagada que vinha pela frente. Bom, jogão bem básico de baseball e é isso.

[258] The Adventures of Rocky and Bullwinkle and Friends
THQ, 1993
Plataforma/Mini-games

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Max Carnage: Baseado em um desenho bem antigo e famoso, o Alce com cara de amigão da criançada sai pulando e usando sua poderosa cabeçada que é capaz de quebrar pedras mas não de matar passarinhos. Além do jogo principal, a fita também tem alguns mini games simples como pular obstáculos montado num cavalo pra fugir de um trem.

Matt: O alce me lembrou aquele idiota azul do Happy Tree Friends, queria que ele morresse com os mesmos requintes de crueldade da web série.

[259] Castlevania – Dracula X
Konami, 1995
Ação/Plataforma

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Matt: Aqui é o upgrade do Rondo of Blood, uma jóia perdida que ficou no Japão no PC Engine e um dia desses caiu na web para download, inclusive tem o link aqui pelo blog, basta buscar.

Max Carnage: Ah, esse é bom véi. Snes foi muito bem presenteado com esse título. Po, sem querer jogando ele descobri um warp da terceira pra quarta fase.

[260] The Addams Family – Pugsley’s Scavenger Hunt
Ocean, 1993
Plataforma

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Max Carnage: Esse é um dos três jogos da família mais bizarra do mundo da cultura pop e o segundo de plataforma. Dessa vez jogamos com o filho dos Addams num jogo que tu vai pela mansão explorando os lugares e, dependendo do lugar, é uma fase diferente. Os controles são muito limitados; o moleque só pode correr e pular, tipo Mario mesmo, mas no quesito diversão ele… até pode se salvar.

Matt: O negócio é busca ao tesouro, são 6 coisas escondidas que o moleque com sapatos de quiabo precisa achar, gráficos legais e um bom divertimento, só o controle deixa a desejar.

Não perca o vídeo de hoje.

3 comentários

  1. Double Dragon V: Cara, como conseguiram fazer um cocozaço desses?! O cartucho desse game deve ter sido feito à base de esterco de boi secado ao sol, só assim pra explicar tanta merda junta num único game…

    Indiana Jones Greatest Adventures: Realmente, joia rara, e que incrivelmente não copiou muito da jogabilidade de Castlevania. Só é ruim que achei as três aventuras um tanto curtas.

    Doomsday Warrior: Até hoje me pergunto como tive saco pra zerar esse jogo (o chefe final lembra bastante o de Sky Blazer (embora os dois jogos não tenham nada a ver). Eu e o meu irmão ficávamos inventando a história, já que o próprio game não apresentava uma…

    GP-1: A única coisa que eu gostava nesse game era a imagem da fã que pedia o autógrafo na camiseta…

    Batman Forever: outro que não sei como aguentei chegar até o final (mas na versão de Mega Drive). Os gráficos eram incríveis pra época e tinha todo o climão do filme (que na época fez sim sucesso, até o diretor do filme fazer a merda da sequência). Pena que a jogabilidade foi essa tragédia que nem o Bátema salva…

    The Adventures of Rocky and Bullwinkle and Friends: desenho pra lá de medonho; não cheguei a jogar o game, mas sempre que vejo a cara do Bullwinkle eu me lembro da cara do Joe Camel (mascote do cigarro Camel).

    Castlevania Dracula X: A única coisa que achei melhor nesse game do que a versão original foi a dificuldade (está mais difícil que Rondo of Blood, e portanto, está melhor). Fora isso, até hoje tento entender por que raios não portaram completamente Rondo (e ainda por cima, deixaram de fora a Maria que mal aparece em Dracula X).

    E Matt, respondendo a sua pergunta do post anterior: não, Valis não faz parte da saga El Viento (que é composta por três games: Ernest Evans, o jogo do Indiana Jones com cara de MacGyver, El Viento e Annete Again). Valis, por sua vez é uma série própria que começou no PC Engine (o mesmo console do Rondo of Blood) e teve versões portadas para Mega Drive. Engraçado que o Valis 2 nunca foi portado (a não ser uma horrenda versão SD), e o Valis IV foi pro Snes…

  2. Moleque com sapatos de quiabo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!

    Essa foi foda, o moleque parece que tá andando sempre em cima do gelo, pqp.

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