MARATONA SNES – Dia 27 – Conhece o Mario? Que Mario?

Hoje um dia repleto de CAPAS FEIAS e coisas bem piores, mas você conhece o Mario?



maratona27



[261] Power Moves
System Vision, 1992
Luta

261-PowerMoves

Matt: Começando um dia com um jogo mais ou menos que ganhou uma capa HORRENDA aqui nas Américas, basta googlear atrás da capa do Power Athlete, a versão japa, para ver que diferença uma capa faz. Esse é mais um joguinho de luta que pegou carona na Street mania de 92 e tentou ser diferente, colocou um personagem principal karateka com um nome com 3 letras que solta magia pelas mãos e tem um ataque aéreo, bem original. Mas o original nesse jogo fica por conta de poder escolher livremente a ordem dos lutadores no campeonato, lutar quantas vezes quiser contra cada um, pois vencendo você adquire pontos de força, energia, defesa, etc… Nota 6.

Max Carnage: A primeira vista, um joguinho bem simplório, principalmente pelo fato de ir muito direto ao assunto, mas interessante pelo sistema de upgrade do lutador como o Matt falou e pela movimentação. Esqueça apertar para cima pra pular, o carinha anda pelo cenário permitindo fazer esquivas e tal.

[262] Choplifter III
Ocean, 1994
Tiro/Helicoptero

262-Choplifter

Max Carnage: Jogo de helicóptero cujo objetivo é entrar no meio da putaria para salvar os reféns, que são seus aliados. Sim, é no estilo desert/urban/jungle Strike, porém a visão é lateral, como games de plataforma. Durante as fases você tem um limite de reféns para salvar, podendo alguns serem mortos ou salvar uns extras, podendo carregar 10 deles de cada vez e descarregar na base. Pelas fases também você encontra bases de conserto onde tem um carinha que arruma o helicóptero enquanto a barra de vida vai enchendo. Mucho bão.

Matt: Existe uma pequena confusão com relação a esse título, porque existem 2 jogos chamados Choplifter III, o outro está no Game Gear e é um tanto diferente e também no Game Boy. A série surgiu no Amiga II em 1982 e foi um mega sucesso, daí foi evoluindo e parou nesse aqui, Ouvi dizer que tem uns malucos fazendo um remake HD por aí, mas não sei se a informação procede.

[263] Breath of Fire
Capcom, 1993
RPG

264-Bafo

Matt: Olha aí a Capcom se aventurando no mundo dos role playing games. Esse game conta a saga de Ryu, um carinha que pode se transformar em diferentes dragões para tocar o terror e salvar seu povo da opressão das massas. Confesso que comecei a jogar sem dar muito valor e depois do Level 10 já estava pensando em fazer um detonado. Só que não.

Max Carnage: Game que, na minha opinião e na de muitos por ae, foi melhor trabalhado quando chegou aos 32 bits. Porém já de cara você tem um RPG japa bem envolvente com altas historinha e personagens legais.

[264] College Slam
Acclaim, 1996
Esporte/Basquete

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Max Carnage: Esse é um jogo que conquistou o público pelo seu carisma. Basquete, 2 contra 2, controles simples… tudo que um game de basquete precisa. Destaque para as enterradas especiais, são várias, só ter as manhas.

Matt: aqui pegaram o NBA JAM e colocaram os times da liga universitária, só.

[265] Dream TV
BITS, 1994
Ação

266-DreamTV

Matt: Um jogo estranho e muito, muito ruim. Você controla dois fedelhos que por algum motivo estão aprisionados em programas ruins de TV, aí se você está jogando sozinho, precisa jogar com os 2 bonecos ao mesmo tempo, e um precisa do outro para avançar em algumas partes das fases labirínticas. Doideira isso.

Max Carnage: Cara, que jogo doido! Não entendi porra nenhuma.

[266] Congo’s Caper
Data East, 1993
Plataforma

265-Congos

Max Carnage: Jogo que foi feito originalmente pra ser a sequência do primeiro Joe & Mac, protagoniza um gurizinho-macaco que vira Super Saiyajin. Esse game é daqueles que muita gente jogou e adora mas não lembra o nome, inclusive muita gente perguntava por ele no meu velho fotolog.

Matt: É o “jogo do macaquinho” que tanta gente quer saber, nada de Joe & Mac 3 ou coisa pirata parecida.

[267] International Tennis Tour
Taito, 1993
Esporte/Tenis

268-IntTennisTOur

Matt: Tênis é o meu esporte na vida real, mas nunca achei um interessante no virtual, fora aquele da Sega para os consoles modernos que é até bacaninha e um tanto realista. Esse aqui é mais um jogo de tenis esquisitão que te dá mais raiva do que gosto.

Max Carnage: Eu, ao contrário do Matt, não jogo nem ping-pong na vida real, mas curto Tenis em games. Esse aqui até que foi bem trabalhando, com vozes narrando os pontos e penalidades. Escolha seu personagem conforme o país e disputa como quiser.

[268] Secret of Mana
Square, 1993
Action RPG

267-Mana

Max Carnage: Seiken Densetsu pra japonesada, ta aí uma franquia muito da carismática. Aposto que você gosta também. Resumindo, um RPG de ação bem legal que vendeu um monte e rendeu uma sequência. Muito jogado até hoje. Caralho, acho que eu deixo muito evidente quando não sei o que falar sobre um game.

Matt: Esse é outro RPG que, de tanto o povo falar bem, eu tentei começar a jogar várias vezes, mas algo não me agrada, talvez o gráfico, a movimentação do carinha, os diálogos extensos e desnecessários, não sei… Um dia, quem sabe, eu jogo a sério isso aqui.

[269] Mario’s Early Years Fun With Numbers
The Software Toolworks, 1994
Educativo

270-Fun

Matt: Seu filho tem dificuldade com matemática e não sai do vídeo game? A Nintendo teve uma brilhante idéia. Esse aqui faz parte da série Early Years, ensina matemática para os infantes com muitas cores e vozes digitalizadas de arrepiar, dignas de um Mortal Kombat.

Max Carnage: Até hoje acho esses games educativos do Mario muito estranhos. Parece que pegaram elementos gráficos e sonoros do Super Mario World, editaram num software qualquer e pronto. Porém, levanto alto a bandeira de jogos educativos. Qualquer um que façam e puder ensinar algo vem pra somar.

[270] Spanky’s Quest
Natsume, 1992
Puzzle/Plataforma

269-Spankys

Max Carnage: Joguim meio puzzle onde você sai com o macaco em busca das chaves para abrir as portas e passar de fase. Para isso você tem uma arma bizarra que é uma bolinha que você aperta A para estourar e virar uma bola esportiva, acertando os inimigos. Quanto mais você quicar essa bolinha, maior será o estrago podendo virar bola de tenis, de futebol, de vôlei ou basquete. O problema é que os stages tem muitas fases e você morre fácil. Ou seja, é um jogo difícil. E nem é tão legal assim, principalmente porque tem uma introdução chata e demorada que não dá pra pular, acredita?

Matt: Isso tem cara de ter sido adaptado de algum computador jurássico ou algo assim, mas é um daqueles puzzle com nome dúbio que te leva a pensar besteira… Spanky’s Quest… um macaco chamado Spanky? Spanky the monkey? Estranho demais.

2 comentários

  1. Choplifter III – Eu gostava (e ainda gosto) muito desse jogo. Quando criança, queria muito ter o cartucho, mas nunca achava a venda. Até que peguei emprestado de um colega de escola, e acabei trocando meu Bomberman com ele.

    Breath of Fire – Excelente RPG que só fui conhecer através de emulador. Gosto mais do Breath of Fire 2, mas passei altas confusões jogando o primeiro. Muito legal.

    Congo’s Caper eu tinha num daqueles cartuchos 6 in 1, que certa vez parou de funcionar. É bem legal.

    Secret of Mana é muito bom, mas confesso que prefiro sua sequência, o Seiken Densetsu 3 que nunca saiu do Japão. Felizmente temos as traduções por aí.😀

  2. Power Moves: Mais um Street Fighter Genérico, como osbilhoes que surgiram na época… pelo menos nesse aqui tentaram explorar melhor a movimentação.

    Choplifter 3: Um dos poucos games de helicóptero que eu gosto (além da série Stryke), e que vale muito a pena… a fase do deserto é osso! Em vez de um remake, bem que poderia ser feita uma continuação (e de preferência, em 2D mesmo).

    Breath of Fire: Eu demorei pra começar a jogar BoF (e confesso que ainda não terminei por pura preguiça), mas o jogo é bão demais! Pena que tem tantos personagens e fica difícil imaginar o que fazer com todos. A Chun Li aparece no game!

    Congo’s Caper: A primeira vez que joguei foi a versão em japonês e não entendia nada (além de ser um dos que não fazia ideia do nome do jogo). Só lembro que eu achava ele chato, apesar de viciante.

    Secret of Mana: Pow pessoal, vocês me decepcionam… Secret of Mana é sem dúvida um dos melhores RPGs do Snes (eu gosto mais até do que Final Fantasy VI), tem uma liberdade muito maior do que os RPGs por turno (maior até do que Chrono Trigger) e o melhor, os combates serem em tempo real, quase beat n’up! Possibilidade de evolução das armas, de explorar o mundo todo voando (embora essa parte demore um pouco pra acontecer), fases realmente originais(como uma cidade toda feita de ouro, onde até a potion mais furreca é cara!), labirintos complicados… ok, o excesso de diálogo no começo incomoda e o menu é meio difícil de se acostumar, mas superados os dois vocês verão o tanto de qualidades que este grande game é. Só não é melhor que o segundo (na verdade o terceiro, já que Secret of Mana é o segundo game da série)…

    Mario’s Early Years Fun With Numbers: Er… Mario is Missing! manda lembranças junto com Mickey Adventures in Numberland, na Terra dos games que não deveriam ter sido feitos.

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