MARATONA SNES – Dia 48 – O que vem de Baixo Atinge Sim

Experimente sentar num formigueiro.

maratona48


[471] Art of Fighting
Takara, 1993
Luta

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Matt: Arte de Lutando, o jogo que todo mundo torcia o nariz no fliperama dizendo que imitava o Street Fighter, “olha lá, até escreveram Ryu errado.. ka ka ka ka ka. Noobs. O negócio aqui quiseram fazer mais realista, mais historinha profunda, mais filminho de ação com direito a rapto de irmã e chefão mafioso no final, carros esportivos e mulheres vestidas de homem, tudo com golpes mais elaborados, upgrades de barra de life e “spirit” que servia para atirar bolinhas de fogo e aquele HAOH SHO VOKEN que era preciso aprender no bonus e tudo de bom que esse jogo nos deu. Ah, é claro, a versão SNES ficou magnífica.

 Max Carnage: Aff mal pra caralho maluco, só tem dois bonecos e só pode dar chute ou soco.

[472] Lethal Enforcers
Konami, 1994
Tiro

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Max Carnage: No começo dos anos 90 esses arcades de simular tiroteio em cenários mais próximos do real se tornou popular pra cacete. Esse aqui apareceu no SNES com sua famosa pistolinha azul. Claro que hoje o negócio é altamente tosco, mas quem teve ou alugou na época se divertiu de montz.

Matt: Tenho uma história engraçada sobre esse jogo e sua lendária pistola azul, eu aluguei uma vez uma carrada de jogo e viajei para outra cidade com a família (sim, eu era esse tipo de anti social que levava video game nas viagens de família). Daí montei tudo para jogar no quarto do hotel e – TENSO – a pistola não funcionava direito, só se chegasse perto da TV… antes de eu ter certeza que eu tinha quebrado no transporte e teria que pagar outra para a locadora, descobri que tinha colocado a TV contra a luz da janela, e isso atrapalhava o sensor da pistola.

[473] The Legend of Zelda – A Link to the Past
Nintendo, 1992
Action RPG

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Matt: Um verdadeiro ÉPICO do console, o jogo obrigatório nas listas TOP de qualquer gamer que se preze, um clássico que definiu um padrão de qualidade para os RPGs de ação, você querendo ou não. Link to the Past é exelente em tudo, jogabilidade, gráficos, sons, música, história, jogabilidade… Um pacote completo que transcende o tempo, 1992 é agora.

Max Carnage: Esse é a letra X da palavra FODA.

[474] Doom Troopers
Playmates, 1995
Ação/Plataforma

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Max Carnage: Este jogo é bem peculiar por alguns motivos. Primeiro ele tem cenários semelhantes a Donkey Kong Country e Earthworm Jim. Segundo, é um dos raríssimos games cuja a empresa desenvolvedora aparece nas telas iniciais apresenta um link de web site! Sim, em 1995! Em terceiro lugar, ele tem uma violência peculiar pra um game de Super NES. De resto, ele é um “mamãe queria ser Contra”.

Matt: Em 1995 as coisas começaram a ficar mais folgadas na censura, aí a Nintendo permitiu no fim da vida do seu 16 bits um jogo onde logo na primeira fase os inimigos comuns são DECAPITADOS antes de morrer agonizando.

[475] SimAnt
Maxis Software, 1993
Simulador de Formigueiro

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Matt: Amigos, aqui você percebe quando a família de jogos “SIM” da Maxis chegou a um ponto crítico. Simulador de formigueiro está aí. Para apimentar o jogo, você precisa – além de construir a sua colônia num quintal aleatório – batalhar contra as terríveis formigas vermelhas, que deixam aquele caroço estranho quando te pegam.

Max Carnage: Entendi porra nenhuma disso aí.

[476] Ghoul Patrol
JVC, 1995
Ação

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Max Carnage: Esse game lembra pra caramba o Zombies Ate My Neighbors né? Pois bem, ele é a continuação. Segue o mesmo princípio de ir atirando e salvando pessoas aleatórias, porém desta vez temos mais que zumbis. Prepare-se pra enfrentar monstros das formas mais bizarras possíveis.

Matt: Exatamente, um “Zombies Ate My Neighbours 2” galera, tudo que você queria hoje. Muito bacana.

[477] Hal’s Hole in One Golf
Hal Laboratory, 1991
Golfe

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Matt: Vamos lá, mais um jogo de golfe, e dos ruins. Esse aqui foi feito pela Hal e no Japão era bem famoso, teve uma série de jogos para os computadores MSX e rendeu essa versão para o Famicom. É golfe visto de cima e muito ruim de jogar.

Max Carnage:  Próximo…

[478] GP-1 Part II
Atlus, 1994
Corrida

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Max Carnage: Esse jogo aqui… uáááá… me deixou com um sono fudido. Acho que vou ali dormir um pouco -_-zZz

Matt: Eu tinha o GP-1 e gostava pacas, mesmo não sendo fã de motocas, mas esse aqui é terrível, conseguiram estragar um jogo bem bacana. O nome também ficou bem estranho, se colocassem GP-2 ia parecer outro jogo, se colocassem GP-1 2 ia parecer GP12, aí se colocassem GP-1 II ia ficar feio, mas escrever PART II foi ainda a pior escolha.

[479] Pirates of Dark Water
Sunsoft, 1994
Beat’em up

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Matt: Finalmente um “briga de rua” por aqui. Piratas da Água Escura é um desenho da Hanna-Barbera que lançaram em 91 mas eu nunca vi por aqui. Esse jogo? Bem mais ou menos… O típico game que tem potencial mas parece que falta alguma coisa, talvez o sistema de colisão ou os sprites de animação, algo aqui é muito estranho. O curioso é que a Marvel lançou uma série de quadrinhos baseada na série animada.

Max Carnage: Sunsoft sendo Sunsoft. Pegando um desenho animado e transformando em jogo que diverte por horas.

[480] NCAA Final Four Basketball
Mindscape, 1994
Basquete

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Max Carnage: Joguinho de basquete que apostou em fazer uns bonecos com movimentação pseudo 3D mas tudo nele é muito ruim.

Matt: O gráfico “moderno” deixou o jogo travado e estranho, ruim de jogar mesmo.

6 comentários

  1. Art of Fighting é tão…..ah…eu não sei. penso que a maioria dos personagens são mais admirados num King of Fighters da vida do que num jogo próprio. é do tipo de game de luta que era realmente quase obrigação ter um amigo para jogar junto nas locadoras, pois sozinho é muito chato.

    e Doom Tropers achava que era um Spin off do Doom na época

    1. Eu também achava isso do Doom Troopers, até jogar e ve a piada… Art of Fighting eu joguei muito no arcade, achava interessante a jogabilidade mais “realista” e algumas coisas que fugiam do padrão Street, mas fica chato realmente depois de um tempo.

  2. Eu tenho uma história curiosa sobre o Doom Troopers.

    Numa época quando eu tinha meus 6 ou 7 anos, um colega meu tinha uma fita do Animaniacs. Eu gostava tanto que encomendei em uma loja (Ou melhor, pedi pra minha mãe encomendar).

    Quando chegou, o cartucho era de fato dos Animaniacs. Mas quando liguei no vídeo-game… Era o Doom Troopers! Minha mãe ligou e o cara da loja disse que poderia trocar. Mas eu não quis. Fiquei com o Doom Troopers no label dos Animaniacs mesmo. E eu curtia jogar com os amigos.

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