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20 Jogos Supimpas Completando 20 anos esse ano

Chegou aquele post anual do OGFTW que faz você falar “Caramba, eu sou um idoso mesmo”, olha só esses 20 jogos que foram lançados um dia desses e já estão completando seus 20 aninhos de vida.

Guardian Heroes (Sega Saturn)

01

Beat’em up clássico em 2D com elementos de RPG, uma fórmula de sucesso certo, por isso a queridinha Treasure foi muito feliz em produzir essa coisa linda, é verdade que não vendeu muito, mas é considerado um dos melhores do gênero para o console.

Duke Nukem 3D (PC)

02

Eis um dos responsáveis por popularizar o estilo FPS – ou tiro em primeira pessoa – nos PCs. Duke 3D é violento e escrachado, não é qualquer jogo que a gente vê o protagonista arrancar a cabeça de um monstro gigante e fazer o buraco de pescoço dele de privada.

Megaman X3 (SNES)

03

Essa série que foi só melhorando, refinando e ficando mais difícil tambem, chegou ao terceiro e último capítulo no SNES em 1996 também, depois os jogos começaram a ser lançados nos novos consoles de 32 bits. Mas esse aqui é um queridinho de todos que curtem a série.

Pokemon Red & Green (Game Boy)

04

Pokemon é um fenômeno, todo mundo sabe, quer você goste ou não, e foi aqui que tudo começou, lá no Japão em 1996. O jogo é como um RPG clássico, mas aqui os pontos de experiência são para os monstrinhos capturados e colocados para batalhar, são muitas possibilidades que faziam os jogadores perderem horas com os seus portáteis na mão caçando monstrinhos para completar o pokedex com as 151 espécies. O jogo fez tanto sucesso que até hoje são lançadas novas versões com a mesma mecânica.

Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars (SNES)

05

RPG da mestre Square com os personagens mais famosos do mundo dos games, não tem como dar errado. E não deu. Mario RPG inovou nos gráficos e conseguiu enredar o jogo numa coisa bem diferente do que a gente costuma jogar nos Marios da vida, começando pelo vilão principal, que não é o Bowser, aliás, o Bowser até vira aliado aqui. Excelente!

Resident Evil (PS)

06

Pouco preciso falar sobre Resident, basta dizer que foi quem popularizou um novo gênero, o survival horror. O que pouca gente sabe, é que muita coisa foi baseada num jogo de Famicom de 1989 chamado Sweet Home, inclusive a mansão, puzzles e as cut scenes que a porta se abre ou sobe as escadas.

Metal Slug (Neo Geo)

07

Metal Slug veio para nos presentear com um gênero que estava desaparecendo, o famoso “run and gun” de jogos como Contra. Com belos gráficos e uma pitada de humor, MS foi um sucesso gigante e logo rendeu continuações e versões diferentes.

Quake (PC)

08

Quake apareceu depois de Doom, e para dar uma resposta ao sucesso do Duke Nukem, fez melhor, sua engine produz graficos totalmente em 3D, e a jogabilidade em modo multiplayer foi a grande sacada da série que rendeu mais 4 sequencias.

Nights into Dreams (Sega Saturn)

09

Nights quis realmemte passar a sensação de voar, combinando gráficos 2D e 3D, muitas cores e uma jogabilidade precisa. Para isso, a Sega lançou junto com o game um controle analógico para uma experiência ainda melhor com o game.

Crash Bandicoot (PS)

10

Um bandicoot é um marsupial que parece um rato que vive lá pros lados da Austrália, o jogo é um plataforma 3Dc cheio de itens colecionáveis. Foi tambem mais uma tentativa de se lançar um mascote para o console da Sony e até hoje os fãs choram a descontinuidade da série.

Virtua Fighter 3 (Arcade)

11

O grande destaque dessa série é o “realismo” gráfico, aqui pela primeira vez os olhos dos lutadores acompanhavam o movimento do outro, Outra novidade nesse terceiro jogo foi a adição do quarto botão, agora com Soco, Chute, Defesa e Esquiva, melhorando a jogabilidade bastante.

Command & Conquer: Red Alert (PC)

12

Na onda dos jogos de estratégia, surgiu a série que foi considerada “a melhor do mundo” na época pelo Guiness Book, com 12 milhões de unidades vendidas. O desenrolar do jogo é a batalha entre aliados e soviéticos pelo controle da Europa.

Tomb Raider (PS)

13

O jogo que nos apresentou a arqueóloga britânica Lara Croft, aventura 3D com muita exploração e enigmas para desvendar.

Donkey Kong Country 3: Dixie Kong´s Double Trouble (SNES)

14

Plataforma que deixava todo mundo de queixo caído em frente à TV chega ao seu terceiro e último jogo no SNES, dessa vez protagonizado por um bebezão atrapalhado e a Dixie Kong, mais uma vez precisando salvar seus amigos.

Diablo (PC)

15

Action RPG que levantou um monte de questão polêmica por causa do tema e também várias histórias sobrenaturais envolvendo esse título, mas enfim, o jogo trouxe a possibilidade do personagem evoluir livremente os atributos que quisesse no seu personagem.

Megaman 8 (PS)

16

Megaman virou praticamente um desenho animado no PlayStation, um jogo que não agradou tanto, mas foi responsável pelo surgimento de uma nova geração de fãs.

Terranigma (SNES)

17

Mais um action RPG com uma temática bem interessante, conta a história da ressurreição da Terra por conta de um garoto chamado Ark e progride da evolução da vida até os dias atuais.

Sonic 3D Blast (Mega Drive)

18

Sonic se aventura em um novo visual, plataforma isométrico, uma novidade que até foi bem aceita e vendeu legal, até ganhou versão para o Saturn.

Tekken 3 (Arcade)

19

A terceira versão dessa belo luta poligonal 3D, que ganhou versões para PlayStation e PC, foi considerado o melhor do gênero para o console da Sony.

Super Mario 64 (N64)

20

Fechando a lista, em 1996 surgiu o novo console da Nintendo, o Nintendo 64, e com ele o Super Mario 64, pela primeira vez a gente pode jogar Mario em uma perspectiva nova, um cenário gigante para explorar livremente e foi um belo sucesso de vendas.

Ney Charles Challenge: Dia 3 – Blaster Master

Olá pessoal, antes de partir para o Desafio, vou brevemente me apresentar: Sou Eu Mesmo (vou usar minha identidade secreta aqui pois sou muito famoso… sqn), mais novo “contratado” da OldGamesFTW. Comecei minha carreira gamer junto com a 2ª geração com meu bom em velho Odyssey 2 da Phillips, e venho desde então acompanhando o mercado jogando praticamente todas as gerações.

Nesta 3ª geração, meu console não foi o Nintendinho, mas sim o Master System. Mas ainda assim tive grande contato com o sistema na casa de amigos e nossos queridos clones nacionais: Top Game, Turbo Game, Phantom System e Dynavision.

Geralmente quando recorremos a emuladores, é apenas pra matar a saudade, em geral não nos prestamos a experimentar jogos desconhecidos, pois é um ato em geral muito mais nostálgico do que desbravador.

Não conhecia Blaster Master, nenhum dos meus amigos, aqueles onde eu ajudava a demolir os controles ( Track & Field estou pensando em você )  e filava o pão com mortadela e café preto da tarde, enfim, nenhum comprou o jogo na época, então pra mim a foi uma grata surpresa, um jogão mesmo, fora de série.

Let’s Play!!!

Blaster Master (1988)
Ação/Aventura
Publicado e Desenvolvido pela SunSoft
Resultado: Detonado
Nível de apelação:
  ( * explicação no final )

Diferente de muitos jogos da época que eram portados do Arcade, Blaster Master nasceu no NES, e devido ao sucesso, foi exportado para muitos outros consoles, tendo sido lançadas mais 5 versões diferentes além da original:  Blaster Master Boy (Gameboy), Blaster Master 2 (Mega Drive), Blaster Master: Enemy Below (Gameboy Color),  Blaster Master: Blasting Again (Playstation) e Blaster Master: Overdrive (WiiWare).

Blaster Master - todas as versõesBlaster Master – todas as versões

Em 88, quando chegou chegou ao mercado, houve um burburim na comunidade porque o jogo utilizava um sistema de evolução de armas, que havia sido implementado no então recém lançado Megaman, que saiu poucos meses antes de Blaster Master. Mas 5 minutos de jogatina já te fazem perceber que se tratam de jogos com propostas bem diferentes, e a comparação polêmica não era fundamentada.

Blaster Master - todas as versõesBlaster Master  e Megaman – qualquer semelhança é mera implicância

Só pra variar, o jogo teve uma história diferente no oriente, e chegou ao ocidente traduzido mais uma vez por alguém que era adepto a um cigarrinho do capeta. A história original japonesa diz que Kane Gardner é um piloto de um tanque de guerra “Metal Attacker”, que pousa no planeta Sophia o 3º para liderar um ataque contra o invasor, o imperador Goez. Já a história americana, diz que Jason Frudnick é um adolescente que vai em uma caverna subterrânea após perseguir seu sapo de estimação, Fred, que se tornou gigante após uma exposição à radiação. Lá então ele descobre um tanque de guerra com o nome SOPHIA, instintivamente ou influenciado por uma entidade do além, ele sobe em cima do tanque e sai atirando em tudo o que se mexe.

Blaster Master - todas as versõesEfeitos da Cannabis Sativa ?

Coisa rara na época, o jogo tinha 3 de jogabilidades distintas. Tanque, “de a pé” e interior de cavernas. A jogabilidade do tanque é clássica de plataforma, a pé serve apenas para atingir áreas onde o tanque não chega, como passagens apertadas, nadar e entrar nas cavernas. Alguns inimigos rastejantes, quando na mesma plataforma, não são atingidos pelo canhão do tanque, então vez ou outra você é obrigado a desmontar só pra matá-los. Fora do tanque você é muito mais fraco e vulnerável, morrendo com poucos tiros ou ao cair de uma pequena altura. Por fim, ao adentrar em uma caverna, o jogo assume uma jogabilidade com visão superior, parecida com Zelda, mas caindo mais para um estilo Bindings of Isaac.

Blaster Master - todas as versõesVariações da Jogabilidade

As 8 fases do jogo possuem designs bem variados, e a cada nova melhoria no tanque, um leque de possibilidades abre, renovando a cada nível a experiência do jogo, a variedade de inimigos é considerável, enfim, em nenhum momento enjoei do jogo ou me senti desestimulado a continuar.

O jogo não te prende a uma linearidade forçada, então as vezes é necessário revisitar fases antigas ( que são interligadas ), que graças ao sistema de evolução, passam a ser acessíveis com as melhorias conquistadas. Mas não se preocupe, você não precisará “rejogar” as fases, apenas atravessar algumas partes até atingir as novas áreas, seja destruindo blocos através de um tiro novo mais potente, uma propulsão nova para alcançar um lugar mais alto, ou andar pelas paredes para chegar em locais antes inimagináveis, coisas do tipo.

O Gráfico do jogo é um pouco acima da média, nada muito revolucionário, mas aceitável até visto a diversidade conquistada com apenas 2 “meguinhas” na ROM do cartucho.  Níveis com água, lava, espinhos, etc. Estranhamente o jogo apresentou alguns slowdowns, coisa raríssima para a época. Pode ser culpa do emulador, mas não creio.

Blaster Master - todas as versõesGráficos e Diversidade

Blaster Master foi considerado um dos jogos mais difíceis do nintendinho, sendo colocado por algumas análises no mesmo pote de Battletoads e Ninja Gaiden. Não achei… mas é que com Save/Load State tudo fica mais fácil (ou menos brochante). Talvez eu tente uma segunda rodada sem “assistências” . Levei cerca de 5h de jogatina parcelada em umas 10x sem juros no cartão.

Pra não perder muito tempo explorando e vasculhando os locais secretos para avançar na campanha, tive que, meio a contragosto, vez ou outra recorrer a alguns video-detonados.  Não fosse isso, teria levado mais umas 3h no mínimo, só de exploração.

Bom, encerro aqui então minha primeira participação no OldGamesFTW, abaixo um video da gameplay de cada fase e chefes, e também a explicação de um desafio que lanço aos colegas, para incentivá-los detonar os jogos com o mínimo ou nenhum auxílio da era “Emulador / Google / Youtube”.

Abraço por trás e até a próxima.

Gameplay – Fases e Chefes

DESAFIO: MENOS APELAÇÃO!!!
A ideia é: quanto mais próxima da experiência obtida no console, melhor.
Para isso vamos criar um nível de apelação baseado em estrelas. Sendo 1 estrela o equivalente a nenhuma apelação e cinco estrelas o equivalente a apelação máxima.
Cada apelação custa determinado valor em estrelas, algumas pesam mais, outras pesam menos, e devem ser somadas sempre, nunca substituídas. Se a soma for igual a 5 estrelas, ou 8, ou 10 estrelas por exemplo, ainda assim o nível será sempre considerado 5 estrelas ( apelação máxima ). Vamos estipular aqui então, o peso das apelações:

 – Utilizar auxílio externo, como detonados, mapas, videos, e afins.
 – Utilizar hack de botões, como turbo ou cominações de 2 botões e/ou direcionais.
 – Utilizar Load/Save State apenas ao receber game over.
 – Utilizar Load/Save State para voltar ao início da fase apenas ao perder uma vida.
 – Utiliza Load/Save no meio da fase criando vários checkpoints.
 – Utilizar seguidos Save State em meio a batalhas contra chefes ou para transpor passagens complicadas.
 – Utilizar Cheat Codes, nativos ou não, algo como vidas infinitas, invencibilidade, entre outros.

Ney Charles Challenge: Dia 1 – RAMPAGE

 

Kick Off no challenge, aqui vamos nós! No sorteio peguei o jogo Rampage, um port de arcade que não tem nada de interessante. Segue o review.

rampRampage (1988)
Ação/Arcade
Publicado: Data East
Desenvolvido: Midway

Resultado: Abandono

Fui mal mesmo, já vou começar com um Did Not Finish aqui, por pura preguiça e falta de tempo, abandonei.

001

Para quem é antigão, já vai sacar que esse é um jogo de arcade, como a grande maioria desses dos anos 80 foram parar nos consoles caseiros o Rampage veio também. Na maquina de fliperama o jogo é mais legal, da para jogar com 3 monstros ao mesmo tempo e o grafico detalhadão ajuda a curtir o game, apesar de ser tão repetitivo.

Aqui cortaram de cara o meu preferido, Ralph, o lobisomem, sobrou George o gorila e Lizzie o lagarto, mas tudo bem.

Daí vamos começar o jogo e ver no que dá.

002

De cara o jogo informa que serão 128 dias até acabar esse tour de destruição pelos Estados Unidos, incluindo o Alaska e o Hawaii… Mas peraí, se cada fase corresponde a 1 dia, então eu vou ter que sentar aqui e socar prédios durante 4 ou 5 horas? Tudo bem, vamos tentar.

O jogo começa divertidinho até, pô… quem não gosta de destruir coisas? Você vai socando prédios, aprendendo a controlar a LENTISSIMA criatura e já é quase um especialista em demolição quando chega o dia 6, 7, oito… e nada muda, a não ser a cidade americana e a posição dos prédios, tá certo que algumas cidades tem um rio passando, uma pontezinha ou alguma outra gracinha, mada nada muda, nem a maldita música, isso acaba com o humor de um.

O monstro tem uma barra de energia que vai sendo drenadas pelos constantes tiros dos soldados nas janelas – que podem ser comidos para repor a energia, ou itens encontrados nos buracos feitos nos predios com os seus punhos, mas podem aparecer itens ruins para sua saúde, como privadas ou pimenta.

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E aí o game vai indo e indo, repetindo e tocando a musica irritante, só muda na fase inútil de bonus, que so faz sentido com 2 players. As vidas são infinitas aqui, quando você morre o seu monstro vira humano e sai pelado pela rua, aí basta apertar B que ele volta a virar monstro gigante com o life cheio e voce segue jogando.

Aqui encerro minha breve primeira participação no desafio, joguei 12 fases e gastei uns 45 minutos, graças à lentidao e excesso de inimigos que começam a aparecer de todos os cantos fuzilando o bicho. Espero me dar melhor no próximo sorteio.

 

 

Duplatonado – Darkwing Duck (NES) – Parte FINAL

Let’s Get Dangerous!

Parte Final. Após algumas semanas debulhando esse clássico da linda parceria Capcom-Disney-Nintendo, chegou a hora de ver o que o último estágio nos reserva.

Pois é. Por incrível que pareça, ele está lá sim.

Após o break, hora de catar o Bico de Aço, o galo mais fanfarrão do planeta.

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Duplatonado – Darkwing Duck (NES) – Parte 6

Vou me despedindo do detonado encarando a última fase do segundo mapa. É nóis na fita mano!

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Duplatonado – Darkwing Duck (NES) – Parte 5

Não tá fácil pra ninguém… os vilões sempre resolvem atacar todos de uma vez.

Parte 5. Seguindo a sequência de leitura oriental, vamos fazendo as fases da esquerda para a direita. Então, já que o Max detonou o Bushroot na floresta, eu vou voar para o Armazém no meio da cidade.

Após o break, os bonus esquecidos na floresta e a luta contra Megavolt.

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Duplatonado – Darkwing Duck (NES) – Parte 3

Não sei porque… quando jogo isso fico com a música do Batman na cabeça… aquele NANANANANANA NANANANA… BATIMÃÃÃ!

Parte 3… assim como nos Megamans, você pode escolher a ordem das fases… e fizemos a sequencia lógica: começei pela ponte, Max detonou o Lobopato na cidade e agora me resta acabar com o cachorro molhado nos esgotos.

Após o break, a fase dos ESGOTOS e o bonus que Max esqueceu de pegar na segunda fase.

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